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Porto Alegre, terça-feira, 04 de abril de 2017. Atualizado às 22h19.

Jornal do Comércio

Panorama

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teatro

Notícia da edição impressa de 05/04/2017. Alterada em 04/04 às 17h16min

Paulo Gustavo apresenta espetáculo Online no Rio Grande do Sul

Sucesso na TV, no teatro e no cinema, Paulo Gustavo (esquerda) estrela Online

Sucesso na TV, no teatro e no cinema, Paulo Gustavo (esquerda) estrela Online


DANIEL CHIACOS/DIVULGAÇÃO/JC
Cristiano Vieira
Uma pessoa sempre conectada, em um mundo que não para e que é capaz transportar o espectador, pela tela do celular, a um lugar distante como a Rússia, por exemplo, em segundos. Enquanto isso, chegam stories do Snapchat e posts do Instagram a todo instante. Essa rotina frenética, que para alguns é sinônimo de cansaço, para o ator e humorista Paulo Gustavo é fonte de muito sucesso no teatro, na TV e no cinema.
Ele chega nesta semana ao Rio Grande do Sul para quatro apresentações de Online, seu novo espetáculo - quinta-feira (21h30min) e sexta-feira (19h e 21h30min), no Teatro do Sesi, em Porto Alegre, e domingo, às 19h, no Teatro Feevale, em Novo Hamburgo. Os ingressos variam entre R$ 100,00 e R$ 210,00, à venda pelo site www.ingressorapido.com.br, no Bourbon Shopping Novo Hamburgo e na bilheteria do Teatro do Bourbon Country.
O espetáculo é uma mistura de dramaturgia, stand up, musical, dança e efeitos visuais - tão cheio de elementos como é o dia a dia da gente que vive na era da conectividade, das redes sociais e da troca de informações instantânea. E é justamente este o mote da peça: um dia na vida de um homem que - querendo ou não - está o tempo todo on-line fazendo tantas variadas coisas que acaba por não fazer bem coisa nenhuma.
Além de Online, as peças 220V e Hiperativo levam nos nomes características da personalidade deste multifacetado ator, nascido em Niterói (RJ) há 38 anos e hoje um dos maiores nomes do humor nacional. Com 13 anos de carreira, Paulo Gustavo é um fenômeno midiático: quem duvidar, basta relembrar de Dona Hermínia, sua personagem inspirada na mãe dele e cujo segundo filme, Minha mãe é uma peça 2, levou quase 10 milhões de pessoas aos cinemas recentemente.
O longa só perde, em público, para Tropa de Elite e Dona Flor e seus dois maridos, cada um com 11 milhões de ingressos vendidos. Os personagens, muitos deles criados para o teatro, encontraram na televisão a mola propulsora para um público mais amplo. "O Multishow, canal da TV fechada no qual estou há quase sete anos, praticamente mudou de perfil e hoje é muito mais um canal de humor que de música", explica ele, na entrevista concedida por WhatsApp e respondida entre uma folga e outra no camarim.
Mesmo quando resolve parar por 40 dias e viajar, como fez após o Carnaval, o ator não desgruda do telefone. Entre uma visita e outra a cidades dos Estados Unidos - quando aproveitou para conhecer a Disney, antigo desejo - Paulo Gustavo é figurinha onipresente no Instagram e Facebook. "A peça é também é um espelho do meu dia a dia. Tenho energia demais e preciso gastá-la. Sou o contrário das pessoas - tenho dificuldade em me desconectar, mesmo de férias", avisa ele.
Tanto trabalho tem dado resultado. Além dos dois filmes, Paulo Gustavo estrelou 220V por cinco temporadas no Multishow. Ele participa ainda do humorístico Vai que cola, sucesso do canal que está indo para a quarta temporada. E tem mais: ele viverá um ex-palhaço de circo no show de humor A vila, nova atração do Multishow e cujas gravações estão começando.
A pergunta que sempre ronda qualquer entrevista dele, segundo ressalta, também apareceu nessa: "e a tua estreia na TV aberta, quando será? Há projetos?". Ele responde que já conversou a respeito, mas que não tem como manter dois programas, em canais diferentes, com horários de gravação distintos. Mesmo para alguém hiperativo como ele. "Considero o Multishow praticamente um canal de TV aberta, uma vez que audiência aumentou muito nos últimos anos", relembra o ator. Ano passado, segundo informações do canal, 50 milhões de brasileiros assistiram aos seus programas.
"O meu lugar é no Multishow, canal que tão bem me acolheu", finaliza ele. E que acolhida: foi uma catapulta para personagens como a politicamente incorreta Senhora dos Absurdos, a prejudicada Mulher Feia e a bicha bichérrima - além da Dona Hermínia - entre outros, ganharem o mundo.
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