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Porto Alegre, domingo, 09 de abril de 2017. Atualizado às 21h59.

Jornal do Comércio

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inovação

Notícia da edição impressa de 10/04/2017. Alterada em 09/04 às 18h41min

Tecnologia da ficção à prática

Um smartphone capaz de escanear sua íris em vez de pedir uma senha. Um relógio que se conecta à internet e registra todos os seus passos. Óculos que projetam imagens interativas sobre o mundo real. Carros que dispensam o motorista. Se o noticiário recente de tecnologia por vezes parece saído de um filme ou livro, não é mera coincidência. A ficção científica e a tecnologia são áreas que se retroalimentam, em um namoro saudável que já dura mais de um século.
É difícil precisar o início da ficção científica como gênero literário - a maioria dos especialistas no assunto costuma situar esse marco na segunda metade do século XIX, com autores como Júlio Verne e H.G. Wells e suas narrativas sobre viagens no tempo ou à Lua, submarinos nucleares e até mesmo expedições ao centro da Terra. Desde então, tornou-se lugar comum dizer que a "ficção científica é capaz de prever" descobertas e avanços tecnológicos. Não é bem assim.
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