Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 30 de março de 2017. Atualizado às 00h39.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

artigo

Notícia da edição impressa de 30/03/2017. Alterada em 30/03 às 00h36min

A necessária virada de página

Vilson Noer
Ao apagar das luzes de 2016, o governo federal anunciou o Projeto de Lei (PL) que pretende flexibilizar as relações de trabalho. É inegável que a CLT, dos anos 1940, necessita de uma modernização, principalmente para atender ao setor produtivo que passou por muitas mudanças nas últimas décadas. O PL já está em análise pela Comissão Especial da Reforma Trabalhista na Câmara. Para este ano, o maior desafio do governo é gerar empregos. Afinal, a crise paralisou a economia brasileira provocando o fechamento de muitas empresas. E quem não encerrou as atividades, apertou consideravelmente o cinto, o que resultou em um desemprego recorde no Brasil com mais de 12 milhões de pessoas sem trabalho. A reforma trabalhista é imprescindível, e mais do que isso, representará uma virada de página nesse momento complicado que atravessamos.
Ela trará uma redução da burocracia, retomará a competitividade do Brasil, impulsionando a economia e criando vagas de trabalho, principalmente para o varejo, que é um dos maiores geradores de empregos do País. Cito a "jornada flexível" como um dos pontos mais importantes para o comércio brasileiro e para o aumento de vagas de trabalho. Pois, além de acabar com a dificuldade setorial de não ter vendedores suficientes em dias de movimento, a medida possibilitaria a adaptação da quantidade de funcionários aos horários de pico de fluxo de clientes, permitindo formas menos engessadas de contratação. Além disso, as negociações entre patrão e empregado e os acordos coletivos terão mais valor do que o previsto na legislação, permitindo o parcelamento de férias e mudanças na jornada de trabalho, por exemplo. O mundo mudou e as relações de trabalho têm que se adaptar à nova realidade para que sirvam de estímulo na geração de empregos formais e não serem mais um obstáculo como vem acontecendo. Não é mais admissível que fiquemos estagnados, fechando nossas empresas e que mais pessoas fiquem desempregadas. Por isso, repito que a reforma trabalhista representa, de forma efetiva, uma virada de página, um novo começo para empresários e empregados.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia