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Porto Alegre, sexta-feira, 31 de março de 2017. Atualizado às 09h01.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Futuros de cobre recuam com fim de greve em mina peruana

Os futuros de cobre operam em baixa na manhã desta sexta-feira (31), em meio à valorização do dólar e após notícias sobre o fim de uma greve em uma mina peruana.

Por volta das 7h25min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,48%, a US$ 5.886,50 por tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para maio recuava 0,43%, a US$ 2,6600 por libra-peso, às 7h55 (de Brasília).

Nas últimas semanas, o cobre vinha sendo sustentado por interrupções na oferta do metal no Chile, Indonésia e Peru. No entanto, uma greve de mais de 40 dias na mina chilena de Escondida foi recentemente encerrada, a Freeport avançou em negociações com o governo da Indonésia para obter uma licença de exportação e, por último, uma paralisação numa mina peruana da Freeport também chegou ao fim.

A força do índice do dólar nos negócios da manhã também pesa no cobre, ao deixá-lo menos atraente para investidores que utilizam outras moedas.

Entre outros metais básicos na LME, as perdas eram generalizadas. No horário citado acima, o alumínio para entrega em três meses caía 0,25%, a US$ 1.960,00 por tonelada, enquanto o chumbo recuava 0,39%, a US$ 2.320,00 por tonelada, o zinco cedia 0,91%, a US$ 2.821,00 por tonelada, o estanho tinha queda de 0,35%, a US$ 20.025,00 por tonelada, e o níquel diminuía 0,50%, a US$ 9.985,00 por tonelada.
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