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Porto Alegre, quinta-feira, 30 de março de 2017. Atualizado às 18h45.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 30/03 às 18h47min

Dólar avança em Nova Iorque ante rivais, com PIB dos EUA e falas do Fed

O dólar avançou ante moedas fortes nesta quinta-feira (30), influenciado por discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e pela terceira e última revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do quarto trimestre de 2016.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia de 110,95 ienes na tarde de ontem para 111,76 ienes; já o euro caía de US$ 1,0770 para US$ 1,0684.
Discursos de dirigentes do Fed influenciaram o dólar nesta quinta-feira. Durante a fala de Robert Kaplan, presidente da unidade de Dallas do BC americano, o dólar bateu máximas ante o euro e o iene. O dirigente, que tem direito a voto nas reuniões de política monetária neste ano, comentou que mais de três elevações nos juros dos EUA podem ocorrer em 2017, dependendo do desempenho da economia do país.
Já Loretta Mester, que preside o Fed de Cleveland, mas não tem poder de voto nas reuniões do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) neste ano, afirmou que mais altas de juros serão necessárias "se as condições econômicas evoluírem como previsto". Para ela, o aperto na política monetária irá ajudar a prolongar a expansão econômica.
No início do dia, o dólar ganhou força na comparação com rivais após o Departamento do Comércio dos EUA informar que o PIB do país cresceu à taxa anualizada de 2,1% no quarto trimestre do ano passado, acima da estimativa dos analistas, de 2,0%, e, também, da segunda estimativa, de alta de 1,9%. Além disso, o índice de preços do PCE, a medida de inflação preferida do Fed, avançou 2,0%, melhor que estimativa anterior de +1,9%.
No fim da manhã, o dólar chegou a reduzir parte dos ganhos ante outras moedas principais, após relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria estudando uma forma de punir países que supostamente manipulam o câmbio, como Japão e China.
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