Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 31 de março de 2017. Atualizado às 08h04.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Trabalho

Notícia da edição impressa de 31/03/2017. Alterada em 30/03 às 22h26min

Negociações coletivas têm pior resultado em 20 anos

Setor de serviços foi o que menos repôs as perdas salariais acumuladas

Setor de serviços foi o que menos repôs as perdas salariais acumuladas


JONATHAN HECKLER/JC
O resultado da negociação coletiva de 2016 foi um dos mais desfavoráveis para os trabalhadores brasileiros nos últimos 20 anos, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira pelo Dieese. A proporção de reajustes acima da inflação (19%) igualou à proporção mais baixa da série, registrada em 2003; e a frequência de reajustes abaixo da inflação atingiu o patamar de 37%, o que há muito tempo não se observava. O resultado só não foi pior devido à alta proporção de reajustes (44%) iguais à inflação, a maior em toda a série dos balanços anuais de reajustes.
Foram analisados os reajustes de 714 unidades de negociação da indústria, do comércio e dos serviços do setor privado e de empresas estatais em quase todo o território nacional. Os serviços são o setor que registrou a maior proporção de reajustes salariais abaixo da inflação em 2016: quase a metade (49%) não repôs as perdas salariais acumuladas desde a última data-base. Cerca de 21% das negociações do setor conseguiram aumento real - acima da proporção geral, portanto. Os demais 30% tiveram reajustes iguais à inflação.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia