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Economia

- Publicada em 29 de Março de 2017 às 22:10

Goldman Sachs: governo fez 'o necessário' para entregar meta de déficit primário

Agência Estado
Com as medidas anunciadas nesta noite desta quarta-feira (29), o governo fez "o necessário" para entregar a meta de déficit primário de R$ 139 bilhões em 2017, comentou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, Alberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para a América Latina do banco Goldman Sachs. "O ideal não é elevar a carga tributária, mas reduzir o gasto", comentou.
Com as medidas anunciadas nesta noite desta quarta-feira (29), o governo fez "o necessário" para entregar a meta de déficit primário de R$ 139 bilhões em 2017, comentou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, Alberto Ramos, diretor de pesquisas econômicas para a América Latina do banco Goldman Sachs. "O ideal não é elevar a carga tributária, mas reduzir o gasto", comentou.
"Neste contexto, seria muito importante que o Poder Executivo adotasse ações para diminuir a rigidez estrutural das despesas federais", disse Ramos. Além da reforma da Previdência, ele citou que seria relevante combater a indexação.
"Eu acredito que o governo vai cumprir a meta fiscal deste ano, pois mostra comprometimento e age para que o déficit primário não ultrapasse os R$ 139 bilhões", destacou Ramos. "Se em 2 meses o Poder Executivo perceber que a meta corre risco de não ser atingida, ou porque o crescimento do País será menor ou porque a inflação apresenta maior desaceleração, poderá adotar mais medidas."
Na avaliação de Alberto Ramos, a conjuntura econômica do País deverá gerar um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 0,6% neste ano. Diante da inflação bem comportada, que ele prevê em 4,2% em 2017, o Banco Central irá cortar os juros em um ponto porcentual na reunião de abril, segundo Ramos, movimento de redução da Selic que deverá levá-la para 8,75% ao final do ano.
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