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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de março de 2017. Atualizado às 20h36.

Jornal do Comércio

Economia

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fraude

Alterada em 29/03 às 20h38min

Sobe para 7 número de mercados que revisaram bloqueio total à carne

Balanço divulgado nesta quarta-feira (29), mostra que subiu de 6 para 7 o número de mercados que revisaram suas medidas de bloqueio total à carne brasileira. Em comparação com ontem, a lista dos mercados reabertos foi acrescida do Irã.
Até ontem, a pasta dizia que o Irã havia apenas pedido informações adicionais. Hoje, porém, foi informado que as importações estavam suspensas mediante paralisação do desembaraço aduaneiro. Essa medida foi revisada e o mercado foi reaberto hoje.
Assim, a lista de mercados reabertos passou a ser: Hong Kong, China, Chile, Egito, Coreia do Sul, Barbados e Irã. Outros 10 mercados limitaram, desde o início da crise, a suspensão aos 21 frigoríficos investigados na operação. São eles: Japão, África do Sul, União Europeia, Suíça, Arábia Saudita, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Vietnã, Peru e Bahrein. A União Europeia pode endurecer sua posição, conforme informou mais cedo o comissário europeu para Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis.
Hoje, mais um país anunciou bloqueio total à carne brasileira: Belize. O país também está promovendo um recall de produtos no mercado interno. Assim, são 14 os países com suspensão total: Argélia, Jamaica, Trinidad e Tobago, Panamá, Catar, México, Bahamas, São Vicente e Granadinas, Granada, São Cristóvão e Névis, Marrocos, Zimbábue, Santa Lúcia e Belize. Segundo dados da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec), eles compram menos de 2% da produção exportada.
Outros quatro mercados apenas reforçaram a fiscalização sanitária na entrada. São eles: Estados Unidos, Malásia, Argentina e Benin.
Pelo balanço da Agricultura, Rússia apenas pediu informações adicionais. O país cassou os certificados de exportação de dois frigoríficos, o JBS de Mineiros e o JJZ, de Goiás. Esses, porém, estão na lista dos 21 investigados e por isso já estavam impedidos de exportar pelo governo brasileiro. Outro país que pediu informações adicionais foi Israel.
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