Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 26 de março de 2017. Atualizado às 22h47.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Tecnologia

Notícia da edição impressa de 27/03/2017. Alterada em 26/03 às 20h51min

Watson, da IBM, eleva personalização em estratégias de marketing

Computação cognitiva permite enxergar a individualidade, diz Michelle

Computação cognitiva permite enxergar a individualidade, diz Michelle


IBM/DIVULGAÇÃO/JC
Patricia Knebel, de Las Vegas
Quando as máquinas começam a entender e se comportar como humanos, unindo o melhor dos mundos, as empresas e os consumidores passam a vivenciar uma nova perspectiva para o futuro. Como você se sente, por exemplo, quando tem uma experiência com uma marca que sabe exatamente o que você precisa antes mesmo de você saber disso? Pois é justamente por aí que caminha a computação cognitiva. Dentro da unidade Watson Engagement Customer da IBM, o marketing é um dos pilares estratégicos da oferta atual da multinacional. O Watson Marketing combina experiência em negócios e marketing com soluções líderes da indústria, incorporadas a capacidades cognitivas. A perspectiva é que, ao adicionar a aprendizagem cognitiva às tarefas diárias de marketing, se estabeleçam conversas personalizadas com clientes, fazendo de cada ponto de contato uma oportunidade de envolvê-los. "A computação cognitiva permite enxergar a individualidade de cada audiência, com seus pensamentos, emoções e pretensões. É possível entregar uma melhor experiência, algo que transcende o marketing atual", afirma a Chief Marketing Officer (CMO) da IBM, Michelle Peluso.
A simples criação de uma campanha de produtos para o site de uma marca de varejo, por exemplo, pode contar com a orientação em tempo real do Watson. O sistema busca dados de ações anteriores e conhecimentos adquiridos do mercado para orientar a personalização. O sistema mostra claramente a jornada dos consumidores em cada canal, e é possível avaliar como está sendo a taxa de conversão em negócios. Caso seja necessário, redireciona a campanha para que se torne mais efetiva a partir dos insights que o sistema vai gerando.
"A área de marketing é uma das que mais crescem de importância nas empresas, e está passando por uma transformação. É como se fosse uma mudança do lado direito do cérebro para o esquerdo, ou seja, menos intuição e mais performance", comenta o executivo de Watson para a América Latina, Mauricio Sucasas. O consultor de marketing digital e professor da ESPM Edney Souza afirma que a perspectiva apresentada pela IBM durante o Amplify 2017, que aconteceu em Las Vegas, Estados Unidos, aponta para uma tendência que já é vista no marketing digital, em que as empresas deixam de falar apenas no marketing, vendas e pós-venda separadamente e passam a pensar em crescimento. Vale destacar que a oferta da multinacional envolve ainda o Watson Commerce e o Watson Supply Chain.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia