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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de março de 2017. Atualizado às 08h23.

Jornal do Comércio

Economia

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fraude

Alterada em 22/03 às 08h24min

Embalagem de pasta de carne teria gerado polêmica sobre papelão

Apesar disso, os embarques de carne de frango mantiveram níveis positivos no acumulado do ano

Apesar disso, os embarques de carne de frango mantiveram níveis positivos no acumulado do ano


Fredy Vieira/JC
Na unidade industrial da Seara, do grupo JBS, em Lapa (PR), cidade a 70 km de Curitiba, há uma seção na qual os frangos são desossados a mão. Depois, as carcaças são colocadas numa máquina que separa os ossos e cartilagens dos pequenos pedaços de carne que continuam presos. Esses pedacinhos formam uma pasta que depois é usada na fabricação de embutidos. Foi num equipamento como esse, em outro frigorífico, que a Polícia Federal acreditou ter havido mistura de papelão ao alimento, durante a operação Carne Fraca.
A pasta de carne, chamada Carne Mecanicamente Separada (CMS), sai da máquina e é acondicionada em sacos, que por sua vez vão para bandejas de plástico. Posteriormente, em outra seção, essas bandejas de plástico são substituídas por caixas de papelão.
A conversa flagrada pela PF, na interpretação do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, trata de uma discussão sobre colocar as caixas de papelão na área da máquina, e não dentro da máquina. Hoje, isso não é permitido porque os rígidos controles sanitários que são aplicados à área em que os frangos são cortados e desossados não permitem a entrada desse material. 
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