Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 21 de março de 2017. Atualizado às 18h20.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

21/03/2017 - 18h23min. Alterada em 21/03 às 18h25min

Bolsas de Nova Iorque caem e têm pior desempenho diário do ano com medidas de Trump

As bolsas de Nova Iorque registraram o seu pior desempenho diário do ano nesta terça-feira, 21, com os investidores apreensivos quanto à aprovação das medidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Congresso.
O índice Dow Jones fechou em queda de 1,14%, aos 20.668,01 pontos; o S&P 500 recuou 1,24%, para 2.344,02 pontos; e o Nasdaq baixou 1,82%, a 5.793,83 pontos. Foi o pior desempenho diário do ano, com o Dow Jones registrando sua pior performance desde setembro e os demais índices, desde outubro.
No início do pregão, os mercados acionários americanos avançavam, mas abandonaram as perdas, puxados, principalmente, por ações de companhias ligadas ao setor financeiro. Desde o período após as eleições, ações de determinadas empresas avançaram, impulsionadas por expectativas dos analistas de medidas fiscais e tributárias do presidente Donald Trump.
Alguns investidores acreditam que reformas prometidas pelo bilionário durante a campanha não ocorram ainda este ano. Nos últimos dias, Trump e os líderes republicanos da Câmara dos Representantes têm lutado para aprovar o plano do partido da área de saúde, cuja votação ocorrerá na próxima quinta-feira. Alguns setores do Partido Republicano já se posicionaram contra o projeto, que foi elaborado para revogar e substituir o Ato de Cuidado Acessível, que ficou conhecido como Obamacare.
"O mercado está nervoso de que, se o projeto de lei de saúde não for aprovado - e, agora, parece que não será -, não se sabe o que será das outras políticas", disse o diretor de negociação de ações da Wedbush Securities, Ian Winer. "Os investidores aguardam por sinalizações da reforma tributária. Se não aprovarem o programa de saúde, a reforma tributária pode não acontecer."
Nesta terça-feira, o Goldman Sachs caiu 3,77%; o Citigroup recuou 2,60%; o JPMorgan baixou 2,93%; o Morgan Stanley se desvalorizou 4,33%; e o Bank of America perdeu 5,81%.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia