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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de março de 2017. Atualizado às 10h03.

Jornal do Comércio

Economia

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indústria automotiva

Alterada em 17/03 às 10h08min

Toyota prevê mais importações para o Brasil com novo Corolla

Com o novo Corolla apresentado nesta quinta-feira (16), em São Paulo, em sua 11.ª geração, a Toyota do Brasil quer seguir na liderança do segmento de sedãs médios, posto que o modelo ocupou em 10 dos últimos 13 anos. Sexto automóvel mais vendido no País, a nova versão é a mesma lançada em diversos países no início do ano.
No Brasil, começou a ser vendido em quatro versões que custam de R$ 69.990 a R$ 114.990. Entre as novidades estão o controle de estabilidade, airbags nas laterais e assistência em subidas. O modelo é o principal trunfo da marca japonesa, a única a registrar crescimento nas vendas no ano passado, de 2,6%, num mercado que caiu 20%.
A Toyota também pretende ampliar as exportações para a América do Sul e Caribe - nesta sexta-feira, 37 dos 40 países da região importam o Corolla dos Estados Unidos. "Melhorar nossa competitividade para poder exportar mais é um dos meus desafios", disse o presidente da montadora no Brasil, Rafael Chang.
Primeiro presidente da empresa no País que não é japonês, o executivo peruano assumiu o comando da Toyota em janeiro e já começou uma peregrinação por Chile, Peru e Colômbia para tentar fechar contratos. No ano passado, a Toyota exportou 43,5 mil modelos Corolla e Etios para Argentina, Paraguai e Uruguai.
Como parte do plano de aumentar sua competitividade, a empresa busca ampliar o índice de nacionalização. No fim de 2016, anunciou investimento de R$ 600 milhões para produzir no País os motores do Corolla, hoje importados do Japão.
Apesar de ter sido a única montadora a crescer em 2016, a Toyota afirma perder dinheiro no Brasil. Para investir, recorre a empréstimos da matriz e de bancos japoneses e locais, disse o presidente executivo, Steve St. Angelo.
O executivo reclamou também de questões internas. "É difícil explicar para a matriz que, num determinado dia, não produzimos porque houve greve, disse ele, referindo-se a movimentos como o de quarta-feira, quando parte do transporte público parou em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista.
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