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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de março de 2017. Atualizado às 18h04.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 16/03 às 18h10min

Ibovespa tem pregão de correções e recua 0,68%

A Bovespa teve um pregão de correções nesta quinta-feira (16), e caiu 0,68%, aos 65.782,85 pontos, depois de ter subido 2,37% na véspera. O cenário internacional, que ontem impulsionou as ações brasileiras para cima, hoje foi o principal responsável pelas quedas. Passada a reação inicial dos mercados diante da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) e da melhora da perspectiva de rating brasileiro, a cautela do investidor estrangeiro voltou a conter os negócios.
A bolsa chegou a subir 0,48% pela manhã, mas acabou por assumir definitivamente o viés vendedor após a abertura negativa das bolsas de Nova Iorque e a queda dos preços do petróleo. As "blue chips" de commodities foram destaque de queda, acompanhando os preços das matérias-primas e os índices setoriais das bolsas de Nova Iorque. Petrobras ON e PN caíram 2,51% e 3,45%, respectivamente. Vale ON e PNA perderam 2,37% e 2,65%, depois de terem subido mais de 6% na quarta-feira.
"A queda dos preços do petróleo e dos índices setoriais, em especial dos índices metálicos, foi acompanhada de perto nos negócios por aqui. Essa influência ganha maior peso em um mercado que está sem defesa, com investidores estrangeiros recolhendo ganhos e retirando recursos da bolsa", afirmou Luiz Roberto Monteiro, operador da Renascença Corretora.
Na última terça-feira, 14, os estrangeiros retiraram R$ 27,857 milhões da Bovespa, levando o saldo acumulado de março a ficar negativo em R$ 2,346 bilhões. No ano, o saldo de recursos estrangeiros está positivo em R$ 4,537 bilhões. Embora considerem a saída de recursos externos como um movimento natural de realização de lucros, Monteiro e outros analistas admitem que o atual momento político doméstico contribui para a retração do investidor estrangeiro.
"O cenário para bolsa segue positivo, mas já não temos mais o otimismo visto em janeiro. Delações premiadas e receios de atrasos no andamento das reformas mostram um viés menos otimista O mercado precisa de um fato novo positivo para seguir em frente", diz Monteiro.
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