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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de março de 2017. Atualizado às 18h58.

Jornal do Comércio

Economia

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Ensino Superior

Alterada em 15/03 às 18h58min

Imed analisa expansão e quer ter curso de Medicina em Porto alegre

Eduardo Capellari, Alexandre Horn, Luís Antonio Alcoba e Adão Villaverde participaram da cerimônia de inauguração da Imed em Porto Alegre

Eduardo Capellari, Alexandre Horn, Luís Antonio Alcoba e Adão Villaverde participaram da cerimônia de inauguração da Imed em Porto Alegre


MARIANA CARLESSO/JC
Bárbara Lima
A Faculdade Imed inaugurou, nesta terça-feira (14), em Porto Alegre o seu novo campus no bairro Mont Serrat. Durante a cerimônia de abertura, o diretor-geral do campus de Passo Fundo, Eduardo Capellari, confirmou para 2018 seis cursos de graduação: Direito, Filosofia, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Civil, Psicologia e Odontologia. A escolha dessas áreas passou por uma análise de mercado a partir da demanda ou da pouca oferta na região metropolitana. Além dessas modalidades, a Imed já conta com pós-graduação lato sensu em Porto Alegre desde 2010 e pretende oferecer mestrado nos próximos anos na Capital.
Ainda segundo Capellari, há possibilidade de expansão para outros cursos, inclusive à faculdade de medicina. Em Passo Fundo, sede da instituição, uma cidade universitária está sendo planejada.
Com cerca de 12 milhões já investidos e com capacidade para 1.500 alunos, Capellari afirmou que o interesse em expandir para outros cursos, principalmente o de medicina, o mais concorrido nas universidades, depende da protocolização do Ministério da Educação (MEC). Para oferecer os cursos de direito e filosofia, o grupo comprou o Instituto de Desenvolvimento Cultural (IDC) e modificou a grade curricular. O direito, que antes era focado na carreira pública, agora terá um olhar voltado ao empreendedorismo. “Queremos formar advogados que atuem no mercado de trabalho”, disse Eduardo.
Questionado sobre um investimento desse porte em época de crise econômica, Capellari se manteve esperançoso ao dizer que, apesar da evasão em alguns cursos e do corte nos financiamentos do governo, acredita na retomada do crescimento econômico do País. “Ela [a crise] afeta por dois lados. Primeiro que você tinha uma imensa camada da sociedade brasileira que ascendeu socialmente e conseguiu consumir; com o desemprego desses últimos dois anos, você tem muita gente que perdeu emprego, inclusive em famílias que o poder de consumo era alto. Num primeiro momento você tem menos gente com possibilidade de pagar mensalidades altas, então, em alguns cursos, a gente já vê evasão, como na engenharia civil. Por outro lado, o Governo Federal cortou quase que 90% do FIES. Mas acreditamos que neste ano, ou no próximo, o Brasil volte a crescer. ”
Quanto à vinda do interior para Capital, Capellari afirma que o principal benefício é a interação com o resto do País e mundo. “A Imed, mesmo em Passo Fundo, vai a São Paulo buscar recursos de pesquisas em empresas que tenham áreas de inovação e desenvolvimento. Estamos enxergando Porto Alegre como uma plataforma para que a gente consiga expandir ainda mais rapidamente as nossas relações, ou seja, se antes a gente trazia um professor da Itália, por exemplo, para um seminário em Passo Fundo, agora ele vai descer em Porto Alegre”, contou.
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