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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de março de 2017. Atualizado às 08h08.

Jornal do Comércio

Economia

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CONSUMO

Notícia da edição impressa de 08/03/2017. Alterada em 08/03 às 08h08min

Cesta básica cai 4% em Porto Alegre em fevereiro

Entre os sete produtos que recuaram, o preço da banana ficou 15,82% mais barato no mês passado

Entre os sete produtos que recuaram, o preço da banana ficou 15,82% mais barato no mês passado


GILMAR LUÍS/ARQUIVO/JC
A cesta básica, que reúne 13 produtos considerados essenciais, caiu 4% em fevereiro em Porto Alegre, segundo o levantamento divulgado ontem pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (Dieese). Com isso, o conjunto de gêneros alimentícios passou de R$ 453,67 em janeiro para os atuais R$ 435,51. Apesar do decréscimo, os porto-alegrenses pagaram a cesta básica mais cara entre as 27 capitais pesquisadas. No ano, a cesta registra uma retração de 5,12%, e em 12 meses a variação ficou em 4,48%.
Na avaliação mensal, dos 13 produtos da cesta básica de Porto Alegre, sete caíram de preço: a banana (-15,82%), o tomate (-15,70%), a batata (-5,47%), o feijão (-5,30%), o óleo (-1,90%), o açúcar (-1,89%) e a farinha (-0,59%). Em sentido inverso, cinco itens ficaram mais caros: a manteiga (2,83%), o café (0,59%), o leite (0,38%), o arroz (0,34%) e a carne (0,08%). O pão foi o único item que ficou estável (0,00%).
No ano, sete itens registraram queda: a batata (-34,48%), o tomate (-26,00%), a banana (-10,96%), o feijão (-8,43%), a farinha de trigo (-4,82%), o açúcar (-1,27%) e o pão (-0,12%). Por outro lado, seis produtos subiram de preço: o óleo de soja (9,18%), o café (4,18%), a manteiga (3,51%), o leite (1,81%), o arroz (1,01%) e a carne (0,71%).
Em 12 meses, 10 produtos ficaram mais caros: o feijão (44,48%), a banana (37,37%), a manteiga (36,61%), o café (23,02%), o arroz (16,80%), o leite (12,64%), o óleo de soja (9,18%), o açúcar (8,74%), a carne (4,17%) e o pão (0,72%). Três itens registraram retração: a batata (-51,16%), o tomate (-34,19%) e a farinha (-3,45%)
O valor da cesta básica representou 50,52% do salário-mínimo líquido no mês passado, contra 52,63% em janeiro de 2017 e 51,48% em fevereiro de 2016.
O trabalhador com rendimento de um salário-mínimo necessitou, em fevereiro, cumprir uma jornada de 102 horas e 15min para adquirir os bens alimentícios básicos. Essa jornada foi menor do que a registrada em janeiro (106h e 31 min) e em fevereiro de 2016 (104h e 12 min).
A variação da cesta básica no período do Plano Real ficou em 553,43%, enquanto a inflação medida pelo INPC/IBGE acumulou 480,11%, e o salário-mínimo registrou alta de 1.346,21% (variação nominal).
O custo da cesta básica diminuiu em 25 das 27 capitais pesquisadas pelo Dieese em fevereiro, com destaque para Manaus (-5,14%), Maceió (-5,10%), Porto Alegre (-4,00%), Brasília (-3,71%) e Rio de Janeiro (-3,55%). As elevações foram anotadas em Natal (0,59%) e São Luís (0,14%).
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