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Porto Alegre, sexta-feira, 03 de março de 2017. Atualizado às 17h30.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 03/03 às 17h32min

Taxas futuras de juros fecham em baixa, com dólar, Yellen e deflação do IPC-Fipe

Os juros futuros aceleraram a queda e bateram mínimas no final da sessão regular da BM&FBovespa, acompanhando a ampliação das perdas do dólar. Como pano de fundo para o movimento, está a leitura do discurso da presidente do Federal Reserve (o banco central norte-americano), Janet Yellen, em evento no período da tarde desta sexta-feira (3).
A fala consolidou o que já vinham sinalizando vários dirigentes da instituição, que há forte probabilidade de uma alta de juro na reunião de março, mas, por outro lado, reforçou o caráter gradualista do processo, o que trouxe alívio para os ativos.
Ao final da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 tinha taxa de 10,240%, de 10,320% no ajuste de quinta. A taxa do DI janeiro de 2019 caiu de 9,84% para 9,72% e a do DI janeiro de 2021, de 10,15% para 10,00%.
No meio da tarde, o dólar se enfraqueceu ante as demais moedas no exterior e, no Brasil, renovou mínimas. Às 16h33, era negociado no mercado à vista em R$ 3,1138 (-1,07%). Nos Treasuries, os yields também arrefeceram e a T-Note já era negociada com taxa abaixo de 2,50%.
Entre outras coisas, Yellen afirmou que na reunião deste mês, o Fomc irá avaliar se a inflação e o emprego continuam a evoluir em linha com expectativas, e, "em tal caso, um novo ajuste das taxas dos fed funds é provavelmente apropriada". Disse, ainda, que uma elevação gradual nos juros deve ser apropriada em meses e anos pela frente e que não vê "evidências de que o Fed esteja atrasado em sua política".
Também ajudou a aliviar as taxas a deflação de 0,08% apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) de fevereiro, a primeira para o mês desde 2012, divulgada antes da abertura do mercado.
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