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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de março de 2017. Atualizado às 19h45.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 01/03 às 19h50min

Dólar avança em Nova Iorque de olho no Fed e após discurso de Trump no Congresso

O dólar chegou perto de seu nível mais alto em mais de cinco semanas nesta quarta-feira (1), diante da crescente avaliação de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode subir os juros já em março. Além disso, o câmbio reagia ao discurso da noite de ontem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que renovou promessas de mais gastos e impulso econômico.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar subia a 113,65 ienes e o euro recuava a US$ 1,0552.
Declarações recentes de dirigentes do Fed elevaram a possibilidade de que o banco central possa elevar os juros já na reunião deste mês, disseram investidores. O presidente do Fed de Nova York, William Dudley, afirmou que o argumento para uma elevação agora "tornou-se muito mais atraente" devido à força dos dados econômicos dos EUA.
Investidores estão à espera do discurso da sexta-feira da presidente do Fed, Janet Yellen. As apostas de elevação de juros aumentaram após os recentes discursos do BC americano, segundo dados do CME Group.
A fala de Trump no Congresso, na noite de terça-feira, também ajudou a apoiar o dólar hoje, segundo analistas. Embora investidores esperem por mais detalhes sobre os planos econômicos de Trump, a fala otimista do presidente deu mais garantia a investidores preocupados com o risco de que o tom belicoso dele possa afetar negativamente a economia global.
"Nós ainda estamos em um regime de dólar forte", disse Thanos Bardas, diretor-gerente da Neuberger Berman. Bardas tem comprado dólares e vendido dólares canadense, com a avaliação de que o Fed deve elevar os juros a um ritmo mais rápido que o BC do Canadá.
Entre as moedas emergentes, o peso mexicano subiu quase 2% ante o dólar na quarta-feira, após Trump fazer poucas menções ao país em sua fala no Congresso. O peso avança 11% desde que bateu mínima recorde ante o dólar em janeiro. Analista-chefe de mercado da Commonwealth Foreign Exchange, Omer Esiner disse que há a impressão de que, a portas fechadas, as relações bilaterais podem ser menos contenciosas do que parecem.
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