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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de março de 2017. Atualizado às 21h57.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

Gastronomia

arquivo pessoal

Notícia da edição impressa de 10/03/2017. Alterada em 09/03 às 17h20min

Curtindo vidinha de parisiense

PPM/DIVULGAÇÃO/JC
Há uns trinta anos, deixei de ir a Paris como turista e passei a tirar onda de efêmero residente. Por 10 ou 15 dias, recolhia-me a um flat, almoçava em bistrôs ou brasseries e, quando o frio era demais, preparava o jantar em casa. Tinha, também, especial prazer em criar o desjejum, fugindo aos repetitivos cafés da manhã dos hotéis.
Mas o melhor de tudo era, voltando para o flat, abastecer-me na Lafayette - com seus dois andares voltados à gastronomia. Ou passar em uma pâtisserie da vizinhança, entrar na fila, escolher e sair sobraçando duas baguettes crocantes, mais terrines, patês, manteiga, queijos e doces, que fariam companhia a vinhos nacionais, adquiridos desde o primeiro dia.
Uma festa para nós, rotina para os felizardos parisienses.
Com o Pedro, pouca coisa mudou, nas duas vezes em que o levamos à França. A primeira, ainda na barriga da mãe, protegido do frio cortante; a segunda, já com quatro anos, como curioso viajante e nosso fotógrafo oficial. é dele a imagem do crème brûlée do Au Pied de Cochon.
Papai orgulhoso? Claro. Mais ainda quando as fotos são de Paris.

Preço fechado, restaurante aberto

opinião - opção 1
Galo Cinza
CLAITON DORNELLES/JC
Não foram poucas as baixas que o verão porto-alegrense causou na malha de restaurantes da cidade, com inestimável ajuda dos desmandos na condução da economia brasileira, verificados nos últimos anos. Na lista dos que não resistiram à crise, o impacto maior foi sobre as casas que focavam as classes A e B, que serviam a la carte ou que, compreensivelmente, somavam os níveis de conforto, localização, ambiente e serviços aos preços do menu.
A chamada classe média alta da população, que sucessivos governos tentam extinguir com o peso dos impostos e da corrupção, passou a buscar refeições com preço fechado - entrada, principal e sobremesa. Ou a contentar-se com algum bufê ou sequência, desde que possa saber antes quanto vai - ou pode - gastar.
Ao longo de meu veraneio em Porto Alegre - viajamos por menos de 15 dias - vi medianamente movimentados os almoços do bom Ratskeller (R$ 35,00, de segundas a sextas-feiras), do Thomas (R$ 38,00, em um sábado de fevereiro) e do Galo Cinza, que ainda não conhecia (foto). Neste era dia de feijoada, pagava-se em torno de R$ 36,00 por pessoa - de segundas a sextas-feiras, cobram por quilo - e as demais atrações do bufê ajudavam a formar um bom público. Comida reconfortante, apregoam proprietários atentos e zelosos com o que chega aos bufês, pude pessoalmente constatar. Rua Eudoro Berlink, 855 (tel. 3084-0080).
Na região de Moinhos, os meses de verão mostravam restaurantes em férias coletivas, em reformas ou definitivamente fechados, como o Domenico, um italiano que havia na rua Padre Chagas. Sei que ainda vamos perder outros, mas é provável que, ao longo de 2017, se notem sinais de melhora. Que assim seja.

via e-mail

via e-mail - nota 1

SEVERO BURGER/DIVULGAÇÃO/JC
  • Severo Burger criou pacote de três hambúrgueres mini (foto) e quatro chopinhos (120ml cada) da Cervejaria Imigração (Pilsen, Weiss, Pilsen Premium e Export). Vale somente para os almoços de sábados e nas noites de segundas-feiras. Preço: R$ 39,90. Rua Marcelo Gama, 1.403.
  • Strondo é novo picolé da Perfetto. Tem formato diferenciado e sabores de baunilha com cobertura de chocolate e o clássico - coberto com chocolate branco. Não, ainda não chegou ao Rio Grande, só em São Paulo, Rio, Minas e DF.

chope e cerveja

  • Devassa permite, em suas cervejarias, que o cliente possa finalizar à mesa a cerveja ao estilo que desejar, com o uso de pós-saborizados: Loura (Lager), Ruiva (Red Ale) ou Negra (Dark Ale). Permanece, é claro, a opção de receber o chope pronto, em garrafas long neck de 355ml.
  • Já está nos pontos de venda da Lund, de Ribeirão Preto, a novíssima MidSommar. Trata-se de uma Cream Ale que combina malte de cevada, trigo (maltado e não maltado), flocos de aveia, lúpulos Cascade e Amarillo. Teor alcoólico: 4,7%. Garrafas de 600 ml, preço sugerido de R$ 19,90.
  • Nesta sexta-feira, o Beco 203 dá a partida no Bar da Avareza, no andar superior da casa (avenida Independência, 936). São seis tipos de chopes artesanais da Mea Culpa, mais os de duas cervejarias convidadas, tudo em sistema self service, ainda em soft opening. A partir do dia 14, de terças-feiras a domingos, a partir de 19h.
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