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Porto Alegre, terça-feira, 28 de março de 2017. Atualizado às 21h44.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Opinião

Notícia da edição impressa de 29/03/2017. Alterada em 28/03 às 21h22min

Governança e os riscos na gestão do Terceiro Setor

JONATHAN HECKLER/JC
José Almir Rodrigues de Mattos
No Brasil, assim como em outros países, tem ocorrido o crescimento do terceiro setor. Ele é assim chamado, porque engloba instituições com fins públicos, porém de caráter privado. Estas organizações, que se qualificam como entidades do terceiro setor, são também chamadas de Organizações Não Governamentais (ONGs), ou seja, associações, fundações, entidades de assistência social, educação, saúde, esporte, meio ambiente, cultura, ciência e tecnologia, entre outras várias organizações da sociedade civil.
Assim como ocorre em outros setores da economia, situações de risco podem ter um impacto catastrófico caso elas ocorram no ambiente do terceiro setor. Não é improvável encontrar um tomador de decisões que não tenha pelo menos uma noção dos estragos que podem ser causados à sua organização por um tratamento inadequado de situações potencialmente perigosas, sejam elas de natureza financeira, operacional ou estratégica.
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