Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h19.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Saúde

24/02/2017 - 15h17min. Alterada em 24/02 às 15h19min

Quase 88 mil pessoas aguardam consultas especializadas em Porto Alegre

Muitos doentes que aguardam consultas acabam tendo de buscar emergências hospitalares

Muitos doentes que aguardam consultas acabam tendo de buscar emergências hospitalares


JONATHAN HECKLER/JC
A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre informou que 87.978 pessoas estavam na fila de espera por consultas especializadas em janeiro. O número é um maior que a população da cidade de Cachoeira do Sul, com 86.229 habitantes, segundo a Fundação de Economia e Estatística (FEE).
Segundo o secretário municipal da Saúde, Erno Harzheim, houve redução de 1,5% na fila, que somava 89.345 pedidos em dezembro de 2016. Harzheim destaca que a divulgação do número faz parte de política de transparência dos dados, "sejam positivos ou negativos". As especialidades com maior demanda reprimida são cirurgia geral adulto, ortopedia geral adulto e neurologia adulto, em ordem decrescente de pedido de consulta.
Em 33 especialidades, a secretaria considera que a "situação segue grave", devido ao tamanho da fila. O paciente que aguardava consulta há mais tempo em janeiro passado havia tido encaminhamento para ortopedia geral adulto em julho de 2013. Em dezembro, a pessoa com mais tempo havia solicitado encaminhamento em janeiro de 2013, também para ortopedia geral. Com a demora, muitos casos de doentes acabam agravando e precisam buscar emergências hospitalares, que registram diariamente superlotação na Capital.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia