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Porto Alegre, terça-feira, 07 de fevereiro de 2017. Atualizado às 10h58.

Jornal do Comércio

Geral

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Saúde

Notícia da edição impressa de 07/02/2017. Alterada em 07/02 às 11h59min

Novo diretor defende ampliar tecnologia no HPS

Macedo pretende usar experiência para mudar algumas dinâmicas

Macedo pretende usar experiência para mudar algumas dinâmicas


JONATHAN HECKLER/JC
Igor Natusch
Defendendo a informatização e o uso de tecnologias dentro do principal atendimento médico de urgência de Porto Alegre, foi empossado ontem o novo diretor-geral do Hospital de Pronto Socorro (HPS), o cirurgião Amarilio Vieira de Macedo Neto. Durante a posse, ele acentuou que "há sempre uma busca tecnológica a ser feita", e que pretende fazer do avanço nesse sentido uma das marcas de sua gestão. O novo administrador do hospital assume no lugar de Elisabeth Collares. 
O prefeito da Capital, Nelson Marchezan Júnior, descreve o novo diretor do HPS como "um exemplo" dos elementos levados em conta no banco de talentos que tem preenchido parte dos cargos de gestão do município. "É uma pessoa com histórico, que passou por cargos de administração e que vem agora para um desafio diferente, em um lugar onde era funcionário há quase 20 anos", enumerou.
Macedo atuou como presidente do Hospital de Clínicas, e pretende usar essa experiência para mudar algumas dinâmicas dentro do HPS. "Os desafios são um pouco diferentes, hoje passamos por uma situação de maior crise econômica. Mas, com criatividade e boas ideias, acho que conseguiremos pensar um planejamento estratégico para os próximos meses", declarou. Ele evitou falar sobre questões pontuais, como a conclusão das reformas na estrutura física do hospital. "Ainda estou tomando pé das coisas", justificou-se. 
O novo diretor reforçou a ideia de consolidar o HPS como o "centro um" para tratamento de traumas na Região Metropolitana, rechaçando críticas de que as urgências gerais acabem sendo deixadas de lado. "Um AVC agudo? Sim, o HPS atenderá sempre. Um infarto? Sim. Doenças crônicas? Obviamente não", enumerou Macedo. "Acho que o modelo que se tentou há algum tempo teve alguma efetividade, mas o HPS é igual a atendimento de trauma. O espaço é pequeno, Porto Alegre cresceu muito, a Região Metropolitana tem uns 3,5 milhões de habitantes. Nós, ao lado de lugares como o Cristo Redentor e o HPS de Canoas, precisamos nos ater a essa missão", acrescentou.
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