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Porto Alegre, terça-feira, 28 de fevereiro de 2017. Atualizado às 14h49.

Jornal do Comércio

Economia

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negócios corporativos

28/02/2017 - 08h04min. Alterada em 28/02 às 14h51min

Herdeiro da Samsung será indiciado por escândalo de corrupção

(FILES) In a file photo taken on February 22, 2017 Lee Jae-Yong (C), vice chairman of Samsung Electronics, arrives for questioning at the office of a special prosecutor investigating a corruption scandal in Seoul.

The heir to the Samsung empire and four other top executives from the world's biggest smartphone maker were indicted February 28, 2017 on multiple charges including bribery and embezzlement, South Korean prosecutors said. / AFP PHOTO / JUNG YEON-JE

(FILES) In a file photo taken on February 22, 2017 Lee Jae-Yong (C), vice chairman of Samsung Electronics, arrives for questioning at the office of a special prosecutor investigating a corruption scandal in Seoul. The heir to the Samsung empire and four other top executives from the world's biggest smartphone maker were indicted February 28, 2017 on multiple charges including bribery and embezzlement, South Korean prosecutors said. / AFP PHOTO / JUNG YEON-JE


JUNG YEON-JE/AFP/JC
Promotores públicos anunciaram na Coreia do Sul que vão indiciar ainda nesta terça-feira (28) Lee Jae-yong, herdeiro do grupo Samsung, por corrupção e outros crimes, dando início a um processo que poderá colocar o executivo atrás das grades por vários anos.
Lee, vice-presidente do conselho de administração da Samsung Electronics, foi preso no último dia 17, mas ainda não havia sofrido acusações formais.
Lee, de 48 anos, é suspeito de pagamento de propinas, desvio de recursos, perjúrio, e de ocultação de ativos no exterior e de lucros obtidos a partir de atos criminosos. Quatro outros executivos da Samsung enfrentam acusações similares.
O herdeiro da Samsung está no centro da investigação sobre o escândalo que abalou o cenário político e setor empresarial da Coreia do Sul e levou ao impeachment da presidente Park Geun-hye O Tribunal Constitucional do país deverá decidir sobre o afastamento definitivo de Park nas próximas semanas.
Lee estaria envolvido no pagamento de cerca de US$ 37 milhões feito pela Samsung a entidades supostamente controladas por uma amiga de Park. Segundo promotores, o dinheiro foi repassado para garantir o apoio do governo a uma polêmica fusão de duas afiliadas da Samsung que consolidaria o controle de Lee na Samsung Electronics, maior fabricante mundial de smartphones.
Lee, Park e sua amiga, Choi Soon-sil, negam as acusações. Já a Samsung admite os pagamentos, mas nega que tivessem motivação política.
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