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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h46.

Jornal do Comércio

Economia

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Petróleo

27/02/2017 - 19h44min. Alterada em 27/02 às 22h48min

Petróleo fecha em leve alta, pesando produção nos EUA e corte da Opep

A cotação do barril de petróleo bruto negociado em Nova Iorque, com contrato para entrega em abril, encerrou a segunda-feira (27), em alta de 0,11%, para US$ 54,05 o barril, na Nymex, e o Brent, negociado em Londres e para maio, fechou em alta de 0,19%, para US$ 56,42. O contrato do Brent para abril vence nesta terça-feira (28).
Apesar de os contratos terem registrado ganho no pregão de hoje, os investidores foram influenciados por fatores diferentes relacionados à oferta da commodity no mundo. De um lado, a crescente produção de petróleo nos EUA. Do outro, os altos níveis de conformidade dos investidores quanto ao acordo de corte de produção nos países membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Os investidores fizeram um número recorde de apostas na subida dos preços do petróleo na expectativa de que a Opep e outros grandes produtores continuariam a reduzir a produção, tal como acordaram no ano passado.
"Estou um pouco cético que o mercado tenha força suficiente para sair da banda que temos estado", disse Gene McGillian, gerente de pesquisa da Tradition Energy, observando que os estoques dos EUA ainda estão em níveis recorde.
Com os gerentes de recursos e outros investidores especulativos fortemente ponderados em relação às apostas no aumento dos preços, o mercado pode ser vulnerável a uma rápida inversão se os investidores começam a perder a confiança.
O ressurgimento do óleo de xisto dos EUA é a principal âncora que mantém os preços do petróleo na atual janela de negociação, de acordo com Bjarne Schieldrop, do banco SEB, com sede em Estocolmo. O analista disse que, embora seja óbvio que a "medicina" da Opep estava funcionando, o ressurgimento do setor de petróleo dos EUA ainda era a questão que preocupava os investidores.
O aumento esperado na produção de petróleo dos Estados Unidos é "quase uma surpresa", já que os produtores americanos estão aproveitando os preços crescentes resultantes dos contínuos cortes de produção feitos por um grupo de produtores não norte-americanos, disse Michael McCarthy, estrategista de mercado da CMC Markets.
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