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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado financeiro

Alterada em 27/02 às 15h46min

Bolsas europeias fecham majoritariamente em alta ajudadas por balanços

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira (27), com os investidores digerindo balanços corporativos e apesar do enfraquecimento da possibilidade da megafusão no valor de US$ 31 bilhões entre as bolsas de Londres e Frankfurt. O mercado ficou volátil ao longo da sessão em virtude também da espera pelo discurso do presidente americano, Donald Trump, nesta terça-feira (28) no Congresso dos Estados Unidos.
A bolsa de Londres fechou em alta de 0,13%, aos 7.253,00 pontos; Paris ficou estável, aos 4.845,18 pontos; Frankfurt subiu 0,16%, aos 11.822,67 pontos; Milão avançou 1,71%, aos 18.914,30 pontos; Madri ganhou 0,11%, aos 9.464,30 pontos; e Lisboa caiu 0,01%, aos 4.618,94 pontos.
As ações da bolsa alemã, a Deutsche Börse, fecharam em queda de 1,86% e as da London Stock Exchange (LSE) recuaram 1,12%. O mau humor reflete a avaliação de que é improvável que a Comissão Europeia dê um aval para o negócio que já vem sendo discutido há um ano depois que a LSE informou que não tinha a intenção de vender a posição majoritária que possui na MTS, uma plataforma italiana de negociação de títulos da dívida. O temor da Comissão é que se a LSE não se desfizer da sua parte nessa empresa, irá criar praticamente um monopólio de negociações de bônus após se juntar à bolsa alemã.
Enquanto isso, a seguradora italiana Generali caiu 2,84%, depois que o banco Intesa Sanpaolo disse que não exercerá uma fusão com o grupo. O banco italiano, por outro lado, estava entre os melhores desempenhos, com alta de 5,42%.
Entre outras notícias corporativas, em Londres, a Persimmon divulgou lucro melhor do que o esperado e avançou 0,25%, enquanto as ações da Associated British Foods subiram mais de 2% pela manhã depois que a empresa, que é dona da rede de roupas populares Primark, manteve sua projeção de ganhos para 2017 após todas as divisões relatarem crescimento no ano passado.
Enquanto isso, a empresa britânica de terceirização Bunzl subiu mais de 3% depois de anunciar um aumento melhor do que o esperado de 16% nos lucros do ano inteiro. Em Frankfurt, a Volkswagen caiu 0,9% após o lucro ter desapontado alguns analistas.
Outro fator que deixou as bolsas sem direção única é o discurso de Trump no Congresso, marcado para acontecer amanhã, às 23h (de Brasília). O presidente dos EUA deve delinear suas prioridades políticas, incluindo uma simplificação do código fiscal e o sistema de saúde, disseram autoridades da Casa Branca no domingo.
No mercado de câmbio, a libra operou com fraqueza ante dólar com a notícia sobre um a possível nova consulta pública na Escócia para se separar do Reino Unido. Já o euro subiu. A mais recente pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial francesa mostra o candidato independente Emmanuel Mácron (60%) à frente da candidata de extrema-direita, Marine Le Pen (39%), líder da Frente Nacional, em uma simulação de segundo turno, conforme informou o instituto francês Odoxa.
Entre os indicadores do dia, o índice de sentimento econômico da zona do euro, que mede a confiança de setores corporativos e dos consumidores, subiu a 108 em fevereiro, de 107,9 em janeiro, atingindo o maior nível desde março de 2011, segundo dados publicados hoje pela Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia. O resultado veio em linha com a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal. 
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