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Porto Alegre, domingo, 26 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h11.

Jornal do Comércio

Economia

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Finanças

Notícia da edição impressa de 27/02/2017. Alterada em 26/02 às 19h50min

Custo do crédito no Brasil vai demorar a cair

Um debate antigo voltou à tona: o custo do crédito no Brasil. Um conceito de difícil compreensão, o spread está no centro de uma agenda do Banco Central (BC) para reduzir a taxa de juros cobrada do consumidor para estimular a economia. O spread é a diferença entre o custo do dinheiro para o banco (o quanto ele paga ao tomar empréstimo) e o quanto ele cobra para o consumidor na operação de crédito. Em números: é taxa de aplicação (32,8%) menos a de captação (9,5%), que resulta numa margem de 23,3 pontos percentuais, segundo o BC.
O spread teve, em dezembro do ano passado, uma leve queda de 1,1 ponto percentual em relação ao mês anterior, mas voltou a subir em janeiro. Mesmo com a expectativa de continuidade da queda da Selic, a taxa básica de juros, ainda vai demorar para o barateamento do crédito aliviar de vez o bolso do consumidor. "Vamos engatinhar na queda do spread, a melhora só será sentida em 2018 e 2019", diz Mauricio Godoy, professor da escola de negócios Saint Paul. Mas a dúvida é natural: se a taxa Selic está caindo, a inflação já foi projetada para abaixo da meta e a economia parece dar sinais de melhora, por que o crédito continua caro para o consumidor?
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