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Porto Alegre, domingo, 19 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 20/02/2017. Alterada em 19/02 às 21h32min

Governo mapeia sinais de retomada na economia

Os sinais positivos que começam a aparecer na economia elevam o otimismo, ainda que cauteloso, dentro do governo para o ano. A expectativa da equipe econômica é de que, ao fim do último trimestre, o Brasil esteja crescendo a um ritmo de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2016. "Devemos ter crescimento neste primeiro trimestre. O ponto da virada parece ter sido em dezembro", diz o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk. A Fazenda vem mapeando a intensidade do "vigor" da retomada nesses três meses. Até o momento, identificou pelo menos cinco importantes sinais de que o período de recessão econômica, que atravessou 11 trimestres consecutivos, está ficando para trás.
Nas contas do ministério, esboçam reação os setores de agronegócio, com uma safra recorde; automobilístico, com a normalização dos estoques; de bens não duráveis, com o aumento do consumo, sobretudo em super e hipermercados; o minério de ferro, com o aumento do preço no mercado internacional; e a construção civil, beneficiada pelas medidas recentes de ampliação do Minha Casa Minha Vida. Alguns indicadores também sinalizam a retomada, como o aumento de licenciamento de veículos e o aumento da confiança do consumidor e do empresário. Para a equipe econômica, dessa vez é um "crescimento de verdade", sem artificialismos do passado recente. O PIB pode até mesmo surpreender e superar 1% (a previsão oficial até o momento), mas a estratégia agora é não contar com um cenário melhor para não ter de ficar "torcendo" depois. Para o presidente do Insper, Marcos Lisboa, o Brasil ainda não está em uma trajetória de crescimento sustentado. Segundo ele, para crescer a patamares de 3%, por exemplo, é preciso levar à frente a agenda de aumento da produtividade, que está estagnada no País. A economista Sílvia Matos, do Ibre/FGV, diz que o crescimento virá "devagar", como deve ser depois do "desarranjo" recente da economia.
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