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Porto Alegre, domingo, 19 de fevereiro de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 20/02/2017. Alterada em 19/02 às 20h05min

App conecta profissionais da saúde a pacientes

Ivan Martins é sócio da startup

Ivan Martins é sócio da startup


RAPIDOC/DIVULGAÇÃO/JC
Patricia Knebel
Com seguro saúde ou consultando pelo Sistema Único de Saúde (SUS), praticamente toda população vive a mesma situação quando precisa de atendimento médico de emergência: horas e mais horas de espera.
Pensando nessa realidade, dois empresários gaúchos e um peruano desenvolveram um aplicativo que aproxima médicos de pacientes. O Rapidoc permite que o usuário faça uma consulta por especialidades e solicite que o profissional faça um atendimento domiciliar.
A ferramenta promete ajudar, especialmente, pais e mães com filhos pequenos, idosos, pessoas que necessitam de cuidados especiais ou que possuem dificuldades de locomoção.
O diretor-geral e sócio da startup, Ivan Martins, conta que existem mais duas ou três iniciativas como essa no Brasil, mas não com uma visão multidisciplinar. "O nosso app é mais abrangente e inclui, na sua base, não apenas médicos, mas também fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos e fonoaudiólogos."
Atualmente, são cerca de 450 profissionais cadastrados na plataforma, espalhados por 140 cidades em quase todos os estados. A meta é chegar a 500 em breve. O foco maior da operação, entretanto, é Porto Alegre, onde a startup nasceu.
Para fazer parte do Rapidoc, o profissional deve baixar o aplicativo, que está disponível para Android e, em breve, será liberado para iOS. Feito isso, ele preenche um questionário e envia alguns documentos, como o comprovante de residência e o do conselho no qual está registrado. Martins explica que, com base nisso, uma equipe da empresa valida as informações e ainda faz pesquisas relativas a possíveis demandas judiciais, como de mau atendimento médico, e faz buscas na internet e nas redes sociais.
Depois do cadastro, o profissional define o seu preço - a Rapidoc se remunera cobrando 10% do valor de atendimento. O paciente, por sua vez, baixa o app, aponta os seus sintomas e passa para a tela que lista os profissionais conforme a sua localidade. O sistema mostra a especialidade do profissional e o valor da consulta, evitando, assim, sustos na hora da cobrança. É possível visualizar se o médico aceita pagamentos por cartões de crédito e débito ou apenas em dinheiro. Após selecionar o atendimento de preferência, o paciente aguarda sua consulta. Depois de atendido, ele pode avaliar o profissional.
A estimativa da startup é chegar, até o final deste ano, a mil profissionais homologados, e a 3 mil em 2018, com uma média de 35 mil consultas por mês.

Brasileiros se destacam em concurso internacional

Foram mais de 300 ideias enviadas por jovens de todo o mundo e dois projetos brasileiros conseguiram um lugar de destaque no concurso Berlin Startup Calling 2016. A iniciativa, realizada pela Visual Meta, empresa alemã que administra a vitrine virtual UmSóLugar, premiou cinco projetos inovadores na área de tecnologia.
O SysClean, apresentado por três estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Josias Marcos Orlando, Fabricio Bottega e Matheus Dal Mago -, ficou em terceiro lugar. Eles desenvolveram uma solução para facilitar o processo de coleta de lixo, por meio da instalação de sensores em contêineres e lixeiras públicas. Os dispositivos alertam quais receptores atingiram o seu limite e que, portanto, precisam ser esvaziados.
A quarta colocação foi do Parking Place, exibido do engenheiro de produção recém-formado pelo Centro Universitário da FEI, Bruno Corrêa. Ele criou uma proposta de um aplicativo que conecta motoristas a uma rede de personal valet, formada por profissionais responsáveis por direcionar seus veículos aos estacionamentos parceiros e devolvê-los em local e hora desejados.
O primeiro lugar ficou com o espanhol Carlos Suárez Fernández, com o projeto Sacavera, um app que reúne o cardápio de diversos restaurantes em um mesmo lugar. O Berlin Startup Calling foi destinado a jovens entre 18 e 30 anos de idade. Os três primeiros lugares receberam prêmios em dinheiro, enquanto o 4º e o 5º receberam aparelhos eletrônico.
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