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Porto Alegre, sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017. Atualizado às 17h58.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 10/02 às 19h01min

Dólar fecha em queda ante real de olho no avanço das commodities

O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (10), acompanhando a melhora do apetite por risco no exterior. Em baixa desde os primeiros negócios do dia, a movimentação no dólar foi conduzida principalmente pela disparada dos preços das commodities na esteira dos resultados positivos da balança comercial chinesa. O destaque ficou por conta da valorização do petróleo, que ganhou tração com sinais de redução da oferta da Opep.
Por aqui, o recuo do dólar recebeu combustível adicional vindo da entrada efetiva de recursos no País e a expectativa de que os investidores estrangeiros seguirão alocando capital nos ativos nacionais.
No fechamento, a divisa norte-americana encerrou em queda de 0,50%, cotada aos R$ 3,1112 no mercado à vista, com mínima em R$ 3,1066 (-0,65%). O volume de negócios somou US$ 751,755 milhões.
O contrato futuro para março, por sua vez, terminou a sessão em baixa de 0,67%, aos R$ 3,1240. Com movimentação total de US$ 11,316 bilhões, o ativo teve seu menor nível do dia registrado em R$ 3,1190 (-0,83%).
O fim da tarde trouxe um sinal de alerta para a percepção do Brasil. A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) manteve a nota soberana do Brasil em BB, com perspectiva negativa. O anúncio da instituição adia as expectativas de uma recuperação do rating nacional e reforça a ideia de que o País ainda se encontra num processo de ajuste, com baixo crescimento e demanda reprimida.
O dólar mostrou pouca reação, diminuindo levemente as perdas frente ao real. De acordo com dois executivos de corretoras nacionais, a informação foi conhecida num momento de baixa liquidez no mercado. Sendo assim, é possível que a resposta mais clara nas cotações venha apenas na segunda-feira.
Profissionais do mercado apontaram que um recuo maior do dólar tem sido limitado nas persistentes dúvidas sobre a rolagem ou não do estoque de US$ 7 bilhões em contratos de swap cambial que vencem em 1º de março.
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