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Porto Alegre, quinta-feira, 09 de fevereiro de 2017. Atualizado às 16h23.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 09/02 às 17h23min

Após quedas recentes, mercado faz pausa e juros fecham perto de ajuste da véspera

Os juros futuros fecharam a sessão desta quinta-feira (9), perto dos ajustes da quarta-feira (8), com viés de baixa nos vencimentos de curtíssimo prazo. As taxas chegaram a ensaiar um alívio ao término do leilão de títulos prefixados do Tesouro, mas o movimento não evoluiu, dado o aumento da pressão de alta no dólar e no rendimento dos Treasuries.
Além disso, houve crescimento das incertezas do cenário político. Tudo isso, por outro lado, não foi suficiente para o mercado embarcar num processo mais firme de realização que resultasse em avanço das taxas, uma vez que há possibilidade de um ciclo mais firme de queda da Selic.
Ao término da negociação regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para abril de 2017 encerrou com taxa de 12,319%, de 12,338% no último ajuste, e a taxa do DI janeiro de 2018 caiu de 10,730% para 10,715%. O DI com vencimento em janeiro de 2019 tinha taxa de 10,14%, estável ante o ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 também fechou estável, em 10,31%.
Os contratos de curtíssimo prazo seguiram mais suscetíveis aos sinais de melhora da inflação, reforçados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro na quarta-feira, enquanto nos demais vértices o movimento foi travado pelo cenário externo. Segundo operadores, tanto o dólar quanto o yield dos títulos do Tesouro norte-americano foram fortalecidos por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, prometendo novas medidas tributárias para as próximas semanas. Pouco depois das 16h30, o dólar subia 0,38%, a R$ 3,1303. A T-Note de dez anos tinha taxa de 2,386%, de 2,337%.
No quadro político, os imbróglios da nomeação de Moreira Franco como ministro e da indicação de Alexandre Moraes para o STF são acompanhados com atenção, assim como a convulsão social que assola o Espírito Santo e agora também chega ao Rio de Janeiro, em meio ainda à cassação do mandato do governador Luiz Fernando Pezão.
No período da tarde, uma agência bancária foi incendiada no centro do Rio durante manifestação no entorno da Assembleia Legislativa. Nesta quinta, os deputados começam a analisar a proposta de privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), como parte do termo de compromisso assinado com o governo federal para recuperar as finanças do Estado. Nas ações, o Ibovespa seguia em baixa, descolado do sinal positivo das bolsas em Nova York, com 64.678,18 pontos (-0,24%).
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