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Porto Alegre, quinta-feira, 02 de fevereiro de 2017. Atualizado às 17h52.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 02/02 às 18h57min

Petróleo cai em dia marcado por volatilidade, com DoE e acordo da Opep no radar

Os contratos futuros de petróleo operaram com volatilidade durante toda a sessão desta quinta-feira (2), e fecharam em baixa, abandonando três sessões consecutivas de alta. Investidores operaram atentos aos cortes na produção dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a ao aumento na produção dos Estados Unidos.
O contrato do petróleo WTI para março fechou em queda de 0,63%, a US$ 53,54 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para abril recuou 0,42%, a US$ 56,56 o barril.
Durante boa parte do dia, os preços do petróleo ficaram em território positivo, dando extensão aos ganhos registrados no dia anterior. Novos dados sugerem que a Opep fez um significante progresso em janeiro para reduzir sua produção, em linha com o acordo que prevê um corte de 1,2 milhão de barris por dia na primeira metade de 2017.
No entanto, dados divulgados ontem pelo Departamento de Energia (DoE) dos EUA fez com que os preços passassem a operar com volatilidade. Ontem, o Doe informou que os estoques de petróleo avançaram 6,466 milhões de barris na semana encerrada em 27 de janeiro, acima da estimativa de alta de 2,9 milhões de barris. Já os estoques de gasolina tiveram ganho de 3,866 milhões de barris, ante expectativa de alta de 1,3 milhão.
Segundo alguns analistas, a geopolítica pode voltar a se tornar um fator relevante e que influencia os preços do petróleo, depois de estar relativamente ausente nos últimos anos. Durante a noite, os preços do petróleo tipo WTI subiram acima de US$ 54 por barril, após os EUA colocarem formalmente o Irã sob aviso. "Os mercados de petróleo se afastaram dos níveis mais altos da noite, já que os investidores parecem ter concluído que a disputa entre os EUA e o Irã por recentes testes de mísseis representa mais uma guerra de palavras do que o início de um confronto militar", afirma Tim Evans, do Citi Futures.
Segundo Evans, os preços do petróleo podem se valorizar no futuro devido ao "risco geopolítico" adicionado à queda na produção da commodity. 
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