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Porto Alegre, domingo, 05 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Tecnologia

Notícia da edição impressa de 06/02/2017. Alterada em 05/02 às 22h08min

PicPay lança a primeira rede social de pagamentos

Sistema permite receber e enviar pagamentos de graça pelo celular

Sistema permite receber e enviar pagamentos de graça pelo celular


ANDRESSA FREITAS/DIVULGAÇÃO/JC
Patricia Knebel
Sete mil profissionais liberais, 800 estabelecimentos parceiros distribuídos no Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória e meta de chegar a 50 mil no Brasil em 2017. O PicPay trabalha firme para tornar o seu aplicativo popular no País.
O sistema permite receber e enviar pagamentos para qualquer pessoa, pelo smartphone, de forma fácil e instantânea, eliminando o uso do cartão de crédito. A ideia é facilitar a vida dos indivíduos em situações como a divisão da conta do bar ou do táxi com os amigos. "É possível sair de casa apenas com o celular e deixar a carteira em casa", relata o cofundador do PicPay, Anderson Chamon. Também é possível transferir os valores recebidos para a sua conta bancária. A empresa não revela o número de usuários do seu app.
Se os usuários estiverem em um local em que não é possível usar cartão de débito ou crédito, como um jantar na casa de alguém, a vantagem da plataforma fica ainda mais clara. "Uma pessoa paga a conta total, e as demais fazem a transferência em tempo real pelo PicPay", acrescenta. Até então, isso só poderia ser feito em dinheiro ou via transferência bancária.
Não existe nenhum custo para as pessoas físicas usarem o aplicativo, e, no caso do uso comercial, é cobrada uma taxa. É possível fazer o pagamento em um estabelecimento, como uma pizzaria, via app. Nesse caso, porém, o local precisa ser credenciado. Outro público-alvo é o formado por profissionais liberais, que não possuem loja fixa e que podem usar o PicPay como alternativa.
Porém, o gestor comenta que o objetivo mesmo é fomentar cada vez mais o uso do app pelos usuários finais, para que eles possam fazer as suas transações sem depender tanto dos estabelecimentos. Com o foco de criar um ambiente que tornasse a interação dos usuários com o app ainda mais pessoal, o PicPay lançou uma rede social de pagamentos, a primeira com esse perfil na América Latina. "Os pagamentos entre nossos usuários sempre envolvem experiências e momentos importantes que estão sendo vividos por eles, e criamos uma plataforma para eles poderem compartilhar isso", relata Chamon.
A partir de agora, quando uma pessoa paga ou recebe dinheiro pelo PicPay, terá a opção de deixar sua transação visível para seus seguidores, que poderão curtir e comentar nos pagamentos. Os valores, entretanto, nunca são publicados.
Para fazer parte da rede social PicPay, o usuário deve primeiro baixar o app gratuitamente em seu smartphone, nas plataformas App Store e Google Play. Depois disso, é só criar um perfil, que é identificado por um @. O perfil pode ser aberto (nesse caso, pode ser seguido por outras pessoas) ou fechado.

Empresa é premiada por chatbot criado para laboratório

Um chatbot (programa que tenta simular um ser humano nas conversações entre as pessoas) desenvolvido pela Coddera ganhou um prêmio de Inovação da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). O projeto Meu Operador Eletrônico (MOE) foi lançado em um dos maiores laboratórios de análises clínicas e medicina diagnóstica do Brasil.
Antes, quando o cliente ligava na Central de Atendimento, ele precisava dizer o seu CPF para que o operador informasse ao atendente. Hoje, o chatbot possui uma integração e, quando o CPF é digitado, a informação do paciente chega direto na outra ponta, sem necessidade desse primeiro contato com um ser humano.
A chamada first call resolution (primeiro atendimento para resolução de problemas) tem sido a grande aposta das empresas para modernizar o seu call center. Isso porque, nesses casos, os atendimentos costumam ser de baixa complexidade e, assim, podem ser resolvidos por sistemas automatizados. Uma intervenção humana que antes levava de cinco a 10 minutos pode ser resolvida em apenas segundos com um robô.
Dados do Bank Of America Merrill Lynch apontam que esse mercado de chatbots pode movimentar US$ 153 bilhões até 2020. "Os chatbots não tirarão empregos. Companhias que acreditam que os softwares estejam solucionando todos os problemas dos clientes já na primeira fase da ligação poderão alocar sua mão de obra para outros departamentos", destaca o diretor executivo da Coddera, Flavio Ditt.
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