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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de fevereiro de 2017. Atualizado às 19h48.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 03/02/2017. Alterada em 06/02 às 20h53min

Privatização do Banrisul

Durante a votação da escolha do novo presidente da Câmara dos Deputados, em que Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito, a deputada Maria do Rosário (PT), fez uma alerta sobre o Rio Grande do Sul negociar o Banco do Estado (Banrisul). Manifestou-se contrária à venda ou à federalização. Foi o que bastou para os parlamentares começarem a tratar mais de perto o assunto que mexe com todos os gaúchos.
Nova Revolução Farroupilha
A senadora Ana Amélia (PP) acha que o tema Banrisul ainda está embrionário, mas é, para os gaúchos, muito caro. Segundo a senadora, apenas Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Sergipe ainda têm seus bancos. "Essa é uma discussão que vai acender no Rio Grande eu diria uma nova Revolução Farroupilha. Não é um tema de fácil administração política. É um tema político, mas ele tem que ser visto do ponto de vista econômico também do que o Estado vai ter. No Rio de Janeiro, nós vimos as manifestações porque uma empresa pública de saneamento, água e esgoto enfrenta a mesma questão. Então, nós temos este tema para ser enfrentado pelo Estado, mas não é um tema de fácil solução", disse a senadora.
Atingir a alma dos gaúchos
Para o senador Paulo Paim (PT), o Banrisul não pode ser privatizado. "A função social e econômica é extraordinária. Ele é viável, saneado e lucrativo. Privatizá-lo é atingir em cheio a alma dos gaúchos."
É bem administrado
O senador Lasier Martins (PSD) também é contra. "O Banrisul é rentável há muito tempo. Está muito bem administrado; às vezes tem uma crítica aqui e ali." Lasier lembrou que o banco "já perdeu um pedaço, não é admissível que perca a maioria do seu capital". Para o senador, a privatização obrigatoriamente tem que ser objeto de plebiscito, e não passaria.
Não está em discussão
"O Banrisul não está em discussão", afirmou o deputado Alceu Moreira (PMDB). "Numa negociação com a recomposição de dívidas o credor busca o ativo de maior liquidez. E o ativo de maior liquidez do Rio Grande do Sul é o Banrisul", completou. Segundo o deputado, há outras empresas públicas que podem ser privatizadas. Mas esta é mais uma discussão que interessa muito mais ao PT, pela repercussão do fato. Na próxima segunda-feira, haverá um almoço do governador José Ivo Sartori (PMDB) com a bancada federal.
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Comentários
GENESIO PEDRO BONDAN 03/02/2017 10h55min
QUE BARBARIDADE, NUNCA O BANRISUL PODERA SER PRIVATIZADO, HAVERA REVOLUÇAO, NAO E POSSIVEL UMA COISA DESTAS
Francisco Berta Canibal 03/02/2017 07h10min
Banrisul, Corsan etc.......se tivessemos administradores públicos, responsáveis, o Rio Grande estaria à frente de Santa Catarina, , mas não é o Estado dos Grenais, dos Maragatos e Chimangos, e dos discursos sem fundamento. Apear do cavalo, seria o 1 passo, const. estruturas viárias, ferroviárias e hidroviárias, e energia. Estamos atolados na burrocracia, pagando aposentadorias indevidas, atolados em uma política infantil da Assembleia o que resta vender tudo, e apertar o cinto. T