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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de março de 2017. Atualizado às 20h25.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Indústria Automotiva

Notícia da edição impressa de 02/03/2017. Alterada em 01/03 às 19h30min

GM pode reduzir direito trabalhista, diz sindicato

Trabalhadores da GM costumam reagir com manifestações quando se sentem que direitos são ameaçados

Trabalhadores da GM costumam reagir com manifestações quando se sentem que direitos são ameaçados


NELSON ALMEIDA/AFP/JC
A General Motors condiciona a realização de novos investimentos na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, à redução de direitos trabalhistas, segundo informa o Sindicato dos Metalúrgicos local. A unidade, inaugurada há 86 anos, é a mais antiga do grupo no Brasil, que também tem filiais para produção de veículos em São José dos Campos (SP) e Gravataí (RS). Sem aportes para atualização de linhas, a fábrica do ABC corre risco de ficar obsoleta nos próximos quatro anos, diz o vice-presidente do Sindicato, Francisco Nunes.
"A direção da GM ameaça transferir a produção para outras fábricas ou até mesmo abrir uma nova unidade", afirma Nunes. Ele vem se reunindo com dirigentes da montadora há um mês e conta que não houve, até agora, acordo entre as partes. A empresa informa que não comenta negociações em andamento.
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