Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 25 de janeiro de 2017. Atualizado às 23h00.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Polícia Civil

Notícia da edição impressa de 26/01/2017. Alterada em 25/01 às 20h54min

Inquérito sobre o caso Plínio Zalewski termina em fevereiro

Zalewski foi encontrado morto durante campanha eleitoral de 2016

Zalewski foi encontrado morto durante campanha eleitoral de 2016


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Marcus Meneghetti
As investigações sobre a morte de Plínio Zalewski (PMDB), coordenador do plano de governo do então candidato à prefeitura Sebastião Melo (PMDB), devem ser concluídas na segunda semana de fevereiro. A projeção é da delegada responsável pelo caso, Luciana Smith. "Se não aparecer nada novo, creio que o inquérito será encaminhado à Justiça na segunda semana de fevereiro. Mas todas os indícios, depoimentos e perícias, indicam que se tratou realmente de suicídio", analisou a delegada.
Zalewski foi encontrado morto em outubro no banheiro da sede municipal do PMDB - no momento de maior acirramento do segundo turno da eleição de 2016, quando Melo disputava com o atual prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB) a prefeitura de Porto Alegre. O assessor de Melo tinha um corte no pescoço e havia uma carta de despedida ensaguentada no local.
A Polícia Civil trabalhou com a hipótese de suicídio desde o começo, conforme explicou o diretor da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, delegado Paulo Grillo, que averiguou pessoalmente o lugar onde o corpo foi achado. Naquele momento, o bilhete não pôde ser lido, por conta das manchas de sangue. "Os peritos encontraram um bilhete junto com ele (Zalewski), que pode ser uma carta de despedida. Mas ainda vamos averiguar a autenticidade e o conteúdo, pois estava muito sujo de sangue para entendermos o que estava escrito", relatou Grillo, na época.
Meses depois, os peritos do Instituto-Geral de Perícias concluíram os laudos, incluindo o que constatava que a letra do bilhete era realmente de Zalewski. Entretanto, os colegas de trabalho do peemedebista relataram que as contas nas redes sociais dele haviam sido hackeadas. Ele também reclamava de estar sendo seguido.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia