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Porto Alegre, sábado, 21 de janeiro de 2017. Atualizado às 14h19.

Jornal do Comércio

Política

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STF

21/01/2017 - 15h22min. Alterada em 21/01 às 15h23min

Retirada de avião que caiu no Rio é de responsabilidade de proprietário, diz FAB

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa) informou neste sábado (21) que a conclusão da operação para retirada do fundo do mar do avião bimotor que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na última quinta-feira (19), ficará a cargo do proprietário da aeronave, o grupo hoteleiro Emiliano. O empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do grupo, também morreu no acidente.
Segundo a assessoria de imprensa do Cenipa, a remoção de destroços, no caso de acidentes aéreos, é sempre de responsabilidade do proprietário da aeronave.
Frequentemente, as equipes de investigação do órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB) ordenam aos proprietários que não comecem a operação de remoção antes das primeiras análises, pois a disposição dos destroços serve de indícios. Após as primeiras análises, a remoção pode ser feita, informou o Cenipa.
Circula em Paraty, no litoral sul do Rio, a informação de que o avião está atolado e equipamentos apropriados são necessários para concluir o trabalho. Segundo o órgão da FAB, os destroços do avião serão levados para a Base Aérea do Galeão, no Rio, onde a investigação será iniciada.
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