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Porto Alegre, segunda-feira, 09 de janeiro de 2017. Atualizado às 08h02.

Jornal do Comércio

Política

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Prefeitura de Porto Alegre

07/01/2017 - 17h52min. Alterada em 07/01 às 17h53min

Marchezan exonera 270 ocupantes de CCs em Porto Alegre

Marchezan discutiu ainda na primeira semana de governo como buscará verbas para o Carnaval

Marchezan discutiu ainda na primeira semana de governo como buscará verbas para o Carnaval


Joel Vargas/PMPA/
Em breve nota, a assessoria de imprensa do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), informou que a reestruturação administrativa já provocou a exoneração de ocupantes de 270 cargos em comissão, os CCs. Segundo a assessoria, os desligamentos foram indicados pelos secretários municipais "depois de uma avaliação sobre o quadro e as estruturas de cada pasta".
A nota não fala quais são as áreas e nem se os cargos serão preenchidos novamente ou extintos. Também não sinaliza se novas exonerações vão ocorrer. O número de CCs na prefeitura da Capital, entre as administrações direta e indireta, seria de mais de mil. O preenchimento e o custo total dos postos foram polêmicas na eleição de 2016. Marchezan tem dito que preencherá o necessário para a operação das áreas. Além disso, criou uma plataforma on-line com ajuda de organizações privadas para selecionar pessoas para os postos.
Na sexta-feira (6), Marchezan se reuniu com o secretário municipal da Cultura, Luciano Alabarse, o adjunto, Eduardo Wolf, o secretário da Fazenda, Leonardo Busatto, e o secretário adjunto de Parcerias Estratégicas, Fernando Dutra, para tratar do Carnaval de Porto Alegre 2017. O prefeito solicitou um estudo sobre alternativas de captação de recursos para a folia. O gestor já afirmou que o município não terá condições de arcar com os custos. A estimativa é de que o cachê dos carnavalescos e infraestrutura do sambódromo demande R$ 7 milhões.
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Comentários
Elaine C. C. Martins Ramos 07/01/2017 19h17min
Em época de crise, quando inclusive servidores perdem suas funções, que podem trancar a máquina pública, já que o prefeito está colocando no lixo a experiência desses funcionários, falar em Carnaval é um absurdo.