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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h34.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança pública

Notícia da edição impressa de 13/01/2017. Alterada em 12/01 às 22h33min

Lei de Drogas superlotou presídios, aponta ONG

População prisional teve aumento de 85% entre 2004 a 2014, chegando a mais de 622 mil pessoas

População prisional teve aumento de 85% entre 2004 a 2014, chegando a mais de 622 mil pessoas


JC
A chave para se resolver a crise do sistema prisional brasileiro é combater a superlotação, avalia a ONG Human Rights Watch (HRW), que divulgou, nesta quinta-feira, seu Relatório Mundial 2017. O trabalho analisa práticas na área de direitos humanos em cerca de 90 países. A entidade classifica a situação dos presídios no Brasil como de "absoluto desastre" e aponta como fator para o aumento de 85% na população carcerária de 2004 a 2014 - chegando a mais de 622 mil pessoas, 67% a mais do que a capacidade das unidades - a Lei de Drogas de 2006, que aumentou penas para traficantes.
"O Brasil não vai conseguir construir presídios suficientes. A solução passa pelo sistema judiciário", afirma o pesquisador da HRW César Muñoz, que esteve nas penitenciárias do Complexo de Curado, em Pernambuco, onde os motins são constantes, e de Pedrinhas, no Maranhão, onde mais de 60 presos foram mortos entre 2013 e 2014. "Entrar em um presídio no Brasil é uma volta no tempo, quase à Idade Média. São celas escuras, sem ventilação, absolutamente insalubres", relata.
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