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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h26.

Jornal do Comércio

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Segurança Pública

06/01/2017 - 19h20min. Alterada em 06/01 às 19h30min

Secretário de segurança visita presídio de Canoas e garante abertura até metade do ano

Schirmer demonstrou otimismo durante visita ao presídio

Schirmer demonstrou otimismo durante visita ao presídio


CLAITON DORNELLES/JC
Igor Natusch
O secretário de segurança do Estado, Cezar Schirmer, visitou nesta sexta-feira (6) as instalações do presídio de Canoas, uma das obras consideradas fundamentais para desafogar o sistema prisional gaúcho. Em conversa com a imprensa, Schirmer reforçou que o presídio estará funcionando até o começo do segundo semestre deste ano. A visita foi acompanhada pelo prefeito Luiz Carlos Busato e por deputados da Comissão Especial de Segurança Pública da Assembleia Legislativa.
“Esse presídio deveria estar funcionando há muito tempo”, lamentou Schirmer. De acordo com o secretário, a implementação de um sistema de água e esgoto no complexo já está nas mãos da Companhia Riograndense de Saneamento. No entanto, o secretário evitou dar prazos para essa obra, e também não estabeleceu data para a implementação de bloqueadores de celular, que devem ser financiados a partir de valores do governo federal.
Outra pendência que impede a entrega definitiva do presídio é a conclusão dos acessos asfálticos entre as unidades do complexo, obra a cargo da prefeitura de Canoas e que já foi alvo de duas licitações, ambas desertas. Os agentes penitenciários necessários estão previstos em edital a ser lançado pela Superintendência de Serviços Penitenciários ainda em janeiro, enquanto cerca de 50 policiais da Brigada Militar devem ser cedidos ao município para o policiamento externo. A previsão é de que o complexo receba cerca de 2.800 presos.
O governo gaúcho planeja outras medidas para melhorar a situação das carceragens gaúchas. Entre elas, está a retomada das obras no presídio de Guaíba, bem como a construção de penitenciárias em São Leopoldo e Rio Grande, a partir de recursos enviados pela União. Há também o pleito para a construção de um presídio federal em solo gaúcho, ainda sem localização definida.
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