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Porto Alegre, quinta-feira, 05 de janeiro de 2017. Atualizado às 12h46.

Jornal do Comércio

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Nova ponte do Guaíba

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 21h51min

Movimento teme nova interrupção

Obras foram retomadas recentemente após um aporte financeiro de R$ 100 milhões

Obras foram retomadas recentemente após um aporte financeiro de R$ 100 milhões


JC
Igor Natusch
Retomadas recentemente, após um aporte financeiro de R$ 100 milhões do governo federal, as obras da nova ponte do Guaíba vão precisar de mais recursos para não ficarem novamente no meio do caminho. De acordo com Luiz Domingues, presidente do Movimento Ponte do Guaíba, os atuais valores devem arcar com as despesas, no máximo, até o começo de abril.
Para evitar que a torneira seque e as obras sejam novamente interrompidas, o movimento articula uma viagem até Brasília, no decorrer da semana que vem, para pedir a liberação de mais recursos. A Assembleia Legislativa gaúcha também deve ser procurada para ajudar nos esforços, garante Domingues. "Nossa briga, agora que o trabalho recomeçou, é para que as obras não parem mais. Isso não pode acontecer", reforça.
Atualmente, a empreitada está a cargo de um consórcio formado pelas construtoras Queiroz Galvão e EGT Engenharia, com um orçamento previsto de R$ 649,5 milhões. Segundo a superintendência gaúcha do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit-RS), as obras estão 38,2% concluídas e têm previsão de término para o final de 2018.
Retomados no final do ano passado, os trabalhos tiveram uma interrupção no período de festas, quando os trabalhadores - em sua maioria oriundos de outros estados - foram liberados para passar Natal e Ano-Novo com suas famílias. A previsão era de retomar as atividades no canteiro de obras ainda no decorrer desta semana. No momento, 250 profissionais estão atuando na construção.
A situação envolvendo a nova ponte reflete no contrato com a concessionária Triunfo Concepa para exploração da atual ponte e da BR-290. A atual concessão se encerra na metade do ano, e não há definição sobre um novo processo licitatório. Segundo o Ministério dos Transportes, a situação da rodovia está entre as prioridades do órgão, e o edital para um novo contrato será lançado ainda no primeiro semestre.
Chegou a ser discutida a hipótese de repassar as obras para a Concepa, como uma contrapartida a uma eventual renovação da atual concessão. Existe o temor de que, uma vez encerrado o contrato, o içamento da ponte do Guaíba fique prejudicado, o que traria prejuízo econômico ao Estado. Porém, de acordo com Domingues, essa opção perdeu força, e a tendência é que a União assuma o financiamento da empreitada até sua conclusão.
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Comentários
Nali Marques 05/01/2017 13h16min
E ainda assim falam de que a tal ponte estará pronta no final do px ano 2018. Será mesmo? Ti duvidando, já que próprios funcionários da tal empreiteira falam que este prazo é impossível pois tem FAMÍLIAS que moram nest área senhores de comissão/movimento.
Rafael Lopes 04/01/2017 13h31min
Qual a vantagem de se concluir a ponte se toda o restante da estrada continuar abandonado e se perdendo? Há uma clara inversão de valores e a ponte não deve absorver a totalidade das verbas.