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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de janeiro de 2017. Atualizado às 22h19.

Jornal do Comércio

Geral

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Segurança Pública

Notícia da edição impressa de 03/01/2017. Alterada em 02/01 às 21h21min

Rebelião deixa ao menos 56 mortos em Manaus

Parentes de presos buscam informações em frente a complexo penitenciário

Parentes de presos buscam informações em frente a complexo penitenciário


Marcio SILVA/AFP/JC
Pelo menos 56 presidiários morreram em um sangrento confronto de facções no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus (AM), entre a tarde de domingo e a manhã de ontem, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas. Apontada como a terceira maior facção do Brasil, atrás apenas do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho, a Família do Norte do Amazonas (FDN) foi considerada responsável pelas ações que levaram às mortes. O principal motivo seria a disputa entre a FDN e o PCC e não estaria relacionado a uma rebelião, e sim a uma "limpa geral", comandada pela FDN contra integrantes da facção paulista no Amazonas.
O número de vítimas pode ser maior, uma vez que a Polícia Militar chegou a divulgar que 80 detentos tinham morrido no motim, que durou mais de 17 horas. O número caiu para 60 e, mais tarde, foi atualizado para 56 pelo governo estadual.
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