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Porto Alegre, domingo, 01 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h59.

Jornal do Comércio

Esportes

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São Silvestre

Notícia da edição impressa de 02/01/2017. Alterada em 01/01 às 20h48min

Prova tem novo recorde feminino

Corredora já havia vencido maratona nas Olimpíadas do Rio

Corredora já havia vencido maratona nas Olimpíadas do Rio


Miguel SCHINCARIOL/AFP/JC
Pelo sexto ano consecutivo, os africanos levaram a melhor na Corrida Internacional de São Silvestre, disputada no sábado, em São Paulo. O principal destaque foi a queniana Jemima Sumgong, que marcou o novo recorde feminino na prova, com 48 minutos e 35 segundos. Sua marca é 13 segundos menor do que o antigo recorde, obtido pela também queniana Priscah Jeptoo, em 2011. Na prova masculina, a vitória foi do etíope Leul Aleme. O melhor brasileiro foi Giovani dos Santos, que terminou em quarto.
Sumgong, que também é a atual campeã olímpica da maratona, liderou com folga de ponta a ponta e cruzou a linha de chegada 20 segundos à frente da compatriota Flomena Cheyech Daniel, enquanto Eunice Cehbicii (Bahrein) ficou com a terceira colocação. Depois das duas conquistas, a queniana garante que sempre trará o Brasil "no coração", e que não pensava em fazer o menor tempo da prova. "Vim forte para ganhar, e para mim foi uma surpresa quando vi que havia batido o recorde", disse.
Se a vitória da nova recordista foi tranquila, a disputa masculina teve muita emoção no momento da chegada. Já na Avenida Paulista, última etapa da prova, Leul Aleme, vice-campeão no ano anterior, apertou o ritmo e se distanciou dos adversários Dawit Admasu (Quênia) e Stephen Kosgei (Etiópia), que chegaram em segundo e terceiro, respectivamente. Para superar os 15 quilômetros de trajeto, os competidores tiveram que encarar um calor de quase 30 graus, o mais alto desde a transferência da prova para a parte da manhã, em 2012.
Melhor brasileiro na prova masculina, Giovani dos Santos repetiu a posição alcançada em 2012 e 2013 e dedicou o feito à Chapecoense, time catarinense vitimado por uma tragédia aérea há pouco mais de um mês. "Não torcia para time algum, mas agora vou torcer para eles. Espero que todos estejam lá em cima, com Deus, e nos deem mais vitórias", afirmou o brasileiro, de 35 anos, que chegou a liderar durante parte da prova. Na feminina, a melhor brasileira foi Tatiele de Carvalho, que terminou na sétima posição.
O Brasil não coloca há seis anos um representante no lugar mais alto do pódio da São Silvestre. O último a vencer a prova foi Marilson dos Santos, em 2010. Na disputa feminina, o jejum é ainda maior: a última vitória foi em 2006, com a fundista Lucélia Pires.
 
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