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Porto Alegre, terça-feira, 31 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 31/01 às 19h31min

Dólar cai ante rivais em meio a dados fracos e preocupações políticas nos EUA

O dólar recuou na comparação com seus principais rivais, nesta terça-feira (31), em meio a dados decepcionantes da economia americana e novas indicações de que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem preferência por uma moeda mais fraca.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar recuava para 112,87 ienes de 113,69 ienes na tarde de ontem; o euro avançava para US$ 1,0794, de US$ 1,0695; e a libra avançava para US$ 1,2570, de US$ 1,2484.
A moeda americana tem ganhado força desde a vitória de Donald Trump na eleição presidencial de novembro. Mas o dólar tem perdido fôlego nas últimas semanas ao passo em que os investidores avaliam o impacto da postura protecionista de Trump no comércio e na imigração.
Hoje, Trump sugeriu que o Japão e a China estão desvalorizando suas moedas. Separadamente, um assessor econômico de comércio de Trump disse ao Financial Times que a Alemanha estava usando um euro desvalorizando para ganhar vantagem comercial sobre parceiros, como os EUA.
Uma moeda mais fraca ajuda os países ao tornar as exportações mais competitivas no exterior. Trump disse que o dólar está muito forte e que está prejudicando os exportadores americanos, enquanto criticava países que ele acredita estarem manipulando as moedas para ganhar vantagem comercial.
"O governo parece estar se inclinando para um dólar mais fraco", disse Brad Bechtel, estrategista do Jefferies Group. Bechtel acrescentou que os investidores estão ajustando posições no último dia do mês, e que isso também está pesando no dólar.
Enquanto isso, os dados americanos vieram mistos. Um índice medindo as atividades das empresas no meio-oeste americano caiu para o menor nível desde 2016. Um dado de confiança do consumidor medido pelo Conference Board também decepcionou em janeiro.
Amanhã, os investidores estarão atentos ao anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
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