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Porto Alegre, terça-feira, 31 de janeiro de 2017. Atualizado às 10h10.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

31/01/2017 - 11h11min. Alterada em 31/01 às 11h11min

Cobre opera em alta, à espera de votação que pode levar a greve no Chile

Os futuros de cobre operam em alta significativa em Londres e Nova Iorque na manhã desta terça-feira (31), enquanto operadores aguardam o resultado de uma votação que pode levar a uma greve na mina chilena de Escondida.
Por volta das 10h (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 1%, a US$ 5.914,00 por tonelada.
Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para março avançava 1,53%, a US$ 2,6950 por libra-peso, às 10h30min (de Brasília).
Os últimos relatos sobre Escondida, maior mina de cobre do mundo e de propriedade da anglo-australiana BHP Billiton, sugerem que os trabalhadores vão rejeitar a última oferta salarial que receberam, o que pode acabar levando a uma paralisação, segundo a corretora Marex Spectron.
O risco de uma greve, porém, já está parcialmente refletido nos contratos de cobre, que acumulam alta de 7% este ano, observa Nitesh Shah, estrategista de commodities da ETF Securities.
Mineiros de Escondida paralisaram os trabalhos por 25 dias em 2006 e por mais 15 dias em 2011, mas, desde então, as greves têm durado uma média de apenas quatro dias, de acordo com o JPMorgan.
Entre outros metais na LME, o alumínio tinha baixa marginal de 0,1% no horário citado acima, a US$ 1.807,50 por tonelada, enquanto o níquel avançava 2,2%, a US$ 9.945,00 por tonelada, o estanho subia 2%, a US$ 20.040,00 por tonelada, o zinco valorizava 1,3%, a US$ 2.818,00 por tonelada, e o chumbo se mantinha estável, a US$ 2.349,00 por tonelada.
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