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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 20h00.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 30/01 às 21h00min

Dólar não tem direção definida ante rivais, pressionado por incerteza política

O dólar não apresentou direção definida na comparação com os seus rivais, nesta segunda-feira (30), mas foi pressionado por incertezas políticas sobre o novo governo dos Estados Unidos, em uma semana repleta de eventos em que os investidores ajustam suas posições na moeda.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar recuava para 113,69 ienes de 115,13 ienes na tarde de sexta-feira; o euro ficou praticamente estável, recuando para US$ 1,0695 de 1,0696; e a libra recuou para US$ 1,2484 de US$ 1,2554.
O nervosismo com as políticas do governo do presidente americano, Donald Trump, sobre comércio e imigração fez com que os investidores recorressem ao iene, que é visto como um ativo seguro em tempos de turbulência.
No domingo (29), Trump defendeu sua ordem executiva restringindo a imigração de pessoas de sete países de maioria muçulmana, em meio a criticas de congressistas e manifestações em todo o país. Na semana passada, Trump aumentou a tensão com o México ao ordenar a construção de um muro na fronteira com o país e dizendo que o vizinho vai pagar pela obra, em um movimento que fez com que o presidente mexicano cancelasse uma reunião com o republicano. Hoje, o dólar recuou para 20,762 pesos mexicanos.
"O aumento das preocupações sobre alguns dos aspectos mais controversos do governo Trump fez crescer as dúvidas sobre até que patamar a moeda americana pode se fortalecer em 2017, disse Omer Esiner, analista de mercado da Commonwealth Foreign Exchange.
Os investidores estão a espera de dados da indústria americana e da conclusão da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed o banco central norte-americano) na quarta-feira. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho divulga os números do mercado em janeiro.
Dados decepcionantes ou uma retórica ou uma postura "dovish" do Fed podem pesar no dólar, dizem analistas.
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