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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 19h15.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 30/01 às 20h17min

Bolsas de Nova Iorque caem após decreto de Trump; companhias aéreas têm perdas

As bolsas de Nova Iorque fecharam em queda na sessão desta segunda-feira (30), reagindo a medidas protecionistas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Empresas ligadas ao setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas do pregão, que ainda contou com queda nos papéis de companhias aéreas após comentários do presidente americano.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,61%, aos 19.971,13 pontos; o S&P 500 recuou 0,60%, para 2.280,90 pontos; já o Nasdaq teve baixa de 0,83%, para 5.613,71 pontos.
Os principais mercados acionários americanos abriram no vermelho, reagindo ao decreto assinado por Trump na última sexta-feira, que proíbe a entrada em território americano de imigrantes de sete países de maioria muçulmana. A medida atingiu, principalmente, empresas de tecnologia e companhias aéreas. Pouco antes da abertura das bolsas dos EUA, Trump usou seu perfil no Twitter para comentar sobre os protestos em diversos aeroportos do país no domingo.
"Os grandes problemas nos aeroportos foram causados por falhas nos computadores da Delta Air Lines, pelos manifestantes e pelas lágrimas do senador democrata Chuck Schumer", disse o presidente americano. Com isso, a Delta recuou 4,10%; a American Airlines caiu 4,39% e a JetBlue Airways teve baixa de 1,45%.
O decreto assinado por Trump também pressionou ações de companhias ligadas ao setor de tecnologia. Além disso, o mercado reagiu à possibilidade de que o presidente americano assine um decreto que reformule vistos de trabalho para estrangeiros (H1-B) - o que pode afetar diretamente empresas de tecnologia, que dependem do visto para contratar funcionários altamente qualificados do exterior. Com isso, a Alphabet (Google) perdeu 2,51%; o Facebook cedeu 0,91% e a Netflix recuou 0,86%.
"Acho que o mercado se precipitou no otimismo em relação a Trump antes do momento", disse Tom Siomades, chefe do Hartford Funds Investiment Consulting Group. "Neste momento, estamos no ponto em que as pessoas estão esperando os detalhes para ver o que irá acontecer", afirmou.
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