Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 15h00.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 30/01 às 16h03min

Bolsas da Europa fecham em queda, de olho nas decisões de Trump e seus impactos

As bolsas europeias fecharam em queda nesta segunda-feira (30) de olho nas decisões de Donald Trump e nas reações aos primeiros passos do presidente dos Estados Unidos no posto. O dia era de cautela em vários dos mercados internacionais, após Trump restringir a entrada de refugiados no país. Com isso, os índices acionários europeus tiveram a pior sessão desde novembro. Além disso, o feriado do Ano Novo Lunar na China reduziu os volumes negociados.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 1,10% (4,03 pontos), em 362,35 pontos.
Há o temor de que a política dos EUA possa pressionar mais a estratégia de governos europeus para refugiados e imigrantes, antes de importantes eleições no continente neste ano. Os papéis de bancos, mineradoras e companhias de seguro estiveram entre os piores desempenhos.
As ações de concessionárias também ficaram sob pressão, depois de o Royal Bank of Canada rebaixar o papel de várias companhias do setor. Aggreko foi penalizada após o Deutsche Bank reduzir sua recomendação para essa ação.
Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha caiu 0,6% em janeiro ante dezembro, mas avançou 1,9% na comparação anual, segundo números oficiais preliminares. Analistas previam queda de 0,5% em janeiro e ganho anual maior, de 2%.
Na zona do euro, o índice de sentimento econômico subiu de 107,8 em dezembro para 108,2 em janeiro, no maior nível desde março de 2011. Analistas previam alta menor, para 107,9. Na Espanha, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,7% no quarto trimestre de 2016 ante o terceiro e teve expansão anual de 3%, segundo dados preliminares. A prévia sugere que a economia espanhola cresceu 3,2% em 2016.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,92%, em 7.118,48 pontos. No setor bancário, Lloyds caiu 1,46% e Barclays teve baixa de 3,12%. Entre as mineradoras, Glencore caiu 1,77% e Antofagasta recuou 1,03%. Já Vodafone contrariou a maioria e subiu 1,34%.
Em Frankfurt, o índice DAX recuou 1,12%, para 11.681,89 pontos. Entre os bancos, Commerzbank caiu 1,90% e Deutsche Bank teve baixa de 1,90%.
Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve baixa de 1,14%, para 4.784,64 pontos. Crédit Agricole recuou 1,52% e Société Générale, 1,48%.
Em Milão, o índice FTSE-MIB caiu 2,95%, para 18.759,40 pontos. O setor bancário italiano se saiu mal: Intesa Sanpaolo, Banco BPM e UniCredit tiveram quedas de 3,09%, 3,95% e 5,45%, respectivamente.
Na Bolsa de Madri, o índice IBEX-35 recuou 1,50%, para 9.361,30 pontos. Banco Popular Español caiu 2,53% e Santander, 2,11%. No setor de energia, Iberdrola recuou 1,34%.
Em Lisboa, o PSI-20 teve queda de 2,79%, para 4.481,32 pontos. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia