Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 18 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h29.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 18/01 às 19h30min

Dólar fecha em alta com inflação nos EUA e discurso de Yellen

Alinhado com o movimento no exterior, o dólar subiu frente ao real nesta quarta-feira (18). Sinais de aumento de inflação norte-americana apoiaram o avanço quase generalizado da moeda pelo mundo. Com os preços em alta, foi sustentada a perspectiva de que o aperto monetário deve continuar nos Estados Unidos, a despeito das incertezas em torno do governo de Donald Trump. Por aqui, entretanto, o avanço foi contido por novo leilão de swap cambial para rolagem dos contratos de fevereiro.
O dólar à vista fechou em alta de 0,45%, aos R$ 3,2238, com máxima em R$ 3,2296 (+0,63%). O volume de negócios foi considerado baixo, ao totalizar US$ 820,161 milhões.
Já no segmento futuro, o contrato de dólar para fevereiro ganhou força nos minutos finais da sessão, impulsionado pelas falas da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen. Entre os comentários, ela apontou que os dirigentes do BC norte-americano esperam elevar as taxas de juros dos EUA "algumas vezes por ano" até 2019. O ativo encerrou na máxima aos R$ 3,2445, em alta de 0,60%, enquanto o giro totalizou US$ 8,352 bilhões.
Entre os indicadores dos EUA, a inflação ao consumidor norte-americano acelerou a 2,1% em dezembro, maior crescimento em 12 meses desde junho de 2014. Exceder a taxa de inflação de 2% sugere que uma era de aumentos de preços historicamente baixos, vistos durante a maior parte de 2015 e 2016, chegou ao fim. Essa visão foi apoiada ainda pelo relatório conhecido como Livro Bege. No documento, o Federal Reserve afirmou que, desde o último relatório, divulgado em 14 de dezembro, a pressão nos preços se intensificou.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia