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Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 09h32.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

10/01/2017 - 10h36min. Alterada em 10/01 às 10h36min

Cobre opera em alta sustentado por inflação mais forte na China

Os preços do cobre operam em alta nesta terça-feira (10), após dados mostrarem uma aceleração da inflação na China no mês passado, enviando um sinal reconfortante sobre a demanda do maior consumidor mundial de metais industriais.
Por volta das 9h40min (de Brasília), o cobre para três meses na London Metal Exchange (LME) avançava 1,2%, a US$ 5.655,50 por tonelada. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para entrega em março tinha alta de 1,14%, a US$ 2,5675 por libra-peso, às 8h55min (de Brasília).
O Índice de Preços ao Produtor da China subiu 5,5% no mês passado, acima das expectativas dos analistas e de 3,3% em novembro, informou o Escritório Nacional de Estatísticas na segunda-feira.
Analistas disseram que um quarto mês consecutivo de aumento dos preços sugere que a economia da China está em uma posição mais firme. Olhando para o futuro, dados do comércio chinês que sairão na quinta-feira devem mostrar mais o quão forte está a demanda no país.
Um dólar mais fraco também tem ajudado os metais nesta terça-feira, tornando as commodities mais baratas para os detentores de outras moedas.
Analistas do Citi disseram que esperam que as paradas de produção empurrem o preço do cobre acima de US$ 6 mil a tonelada este ano. Citando dados da consultoria Wood Mackenzie, eles apontaram para níveis baixos de interrupção da mina em 2016, e disseram que a situação é provável que volte ao normal este ano.
A redução dos estoques de cobre nos armazéns da LME aponta para um mercado ligeiramente mais apertado, outro fator favorável para os preços no curto prazo. Os níveis de estoque caíram abaixo de 300 mil toneladas nesta semana, depois de ultrapassarem 345 mil toneladas no final de dezembro.
Entres outros metais na LME, o alumínio subia 1,1%, a US$ 1.740,00 por tonelada, enquanto o zinco avançava 1,7%, a US$ 2.725,00 por tonelada. O estanho acelerava 0,1%, a US$ 21.145,00 por tonelada, e o níquel ganhava 0,9%, a US$ 10.470,00 por tonelada.
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