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Porto Alegre, sexta-feira, 06 de janeiro de 2017. Atualizado às 15h57.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

06/01/2017 - 16h58min. Alterada em 06/01 às 16h59min

Taxas futuras de juros fecham com viés de alta trazido por Treasuries

Os juros futuros encerraram o dia com viés de alta. Na tarde desta sexta-feira (6), o aumento dos rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos estimulou uma correção da baixa que era verificada desde a quinta-feira (5). A sexta-feira havia começado com os investidores dando sequência a ajustes de apostas para a Selic, no sentido de aceleração do ritmo de corte da taxa básica este ano.
Na véspera, dado ruim da indústria brasileira deu motivo para o crescimento das expectativas de um Banco Central agressivo. O Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição anuncia sua próxima decisão na quarta-feira que vem.
"O exterior puxou as taxas para cima. O juro da T-note de 10 anos estava fazendo as máximas do DI", disse um operador. Outro acrescentou: "o volume esta tarde é fraco. As apostas para a Selic já foram feitas ontem." As apostas para o corte da taxa básica na semana que vem seguem divididas, com chance maior de 0,50 ponto porcentual, contra 0,75 ponto.
Ao término da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2018 apontava 11,385%, na máxima, ante 11,365% no ajuste de quinta. A taxa do DI para janeiro de 2019 era de 10,91% (máxima), de 10,88%. O DI para janeiro de 2021 indicava 11,25% (11,24% no ajuste da véspera).
Nos EUA, o juro da T-note de 10 anos avançava de 2,353% no fim da tarde de quinta para 2,412% às 16h29min.
O dólar à vista no balcão subia 0,64%, R$ 3,2215, perto das máximas, respaldado pelo cenário internacional. Na Bovespa, a realização de lucros continuava e a pontuação era de 61.462,97 para o principal índice (-0,98%).
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