Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 17h44.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 03/01 às 18h48min

Petróleo fecha em baixa com aumento na produção da Líbia em dezembro

Os contratos futuros de petróleo iniciaram o ano em queda sob influência de um aumento na produção da Líbia em dezembro e de relatos de que a oferta da Rússia ficou inalterada em dezembro, próxima do maior nível em 30 anos. Mais cedo, os preços da commodity operaram em alta, impulsionados pelo acordo de corte na produção dos produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de membros de fora do cartel.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para fevereiro fechou em queda de 2,58%, a US$ 52,33 o barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para março recuou 2,37%, a US$ 55,47 por barril.
O petróleo operou em alta e registrou fortes ganhos durante a manhã desta terça-feira, 3, impulsionado pela expectativa dos investidores em relação a um corte na produção da commodity, que foi acordado, no ano passado, por produtores da Opep e países de fora do cartel. Líbia e Nigéria, que fazem parte da Opep, foram os dois únicos países isentos de cortes.
No entanto, o petróleo reverteu os ganhos ao ser divulgado que a Líbia aumentou sua produção em dezembro, passando de 600 mil barris por dia (bpd) para 685 mil bpd. Além disso, relatos de que um campo de produção do país que estava desativado há dois anos e que vai voltar a operar influenciaram os preços da commodity. A Rússia, que não faz parte da Opep, mas que concordou em realizar um corte de 300 mil bpd, divulgou que sua produção ficou inalterada em 11,21 milhões de bpd em dezembro, valor próximo do maior nível em 30 anos.
Alguns investidores relatam que o ceticismo quanto ao acordo novamente tomou conta do mercado. "Não importa o que a Opep faça. Os países não irão reportar nada até o final do mês", disse Mark Wagoner, presidente da Excel Futures. "Pode ser que esteja ocorrendo um movimento antecipado até que surjam evidências de que o que foi acordado está saindo", disse Gareth Lewuis-Davies, estrategista sênior de commodities do BNP Paribas.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia